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Programa Justiça Comunitária disponibiliza cartilha sobre mediação de conflitos

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por ACS — publicado em 20/04/2017 14:55

Quem vai pagar o pato cartilha justiça comunitáriaO Programa Justiça Comunitária - PJC do TJDFT lança, por meio digital, cartilha sobre mediação de conflitos. A cartilha foi produzida pelo TJDFT e contou com criativas ilustrações da professora Sandra Pinto Oliveira, da Escola Classe 61, em Ceilândia, em que o Vozes da Paz também atua.

O que pode acontecer quando uma vila pacata e feliz é tomada por gatos por toda parte? De quem foi a ideia? De quem é a “culpa”? Afinal, quem paga o pato? É nesse cenário em que se passa a história “Quem vai pagar o pato?”.

Com uma linguagem bem adaptada para o universo infantojuvenil, mas igualmente didática para todos os públicos, a obra aborda características e circunstâncias que envolvem os conflitos, tais como: responsabilização, autocrítica, importância da comunicação e do diálogo entre as partes, a geração de soluções e a promoção da paz social.

A inspiração para a cartilha veio de um fato real, objeto de um atendimento do Justiça Comunitária, que trabalha com a educação para os direitos, articulação de redes sociais e, também, com mediações de conflitos na comunidade. “A partir de um caso real e emblemático acontecido na comunidade, e que envolvia elementos como muitos gatinhos, uma senhora idosa e toda a vizinhança numa rua, vimos a possibilidade de um enredo para a nossa mensagem”, diz Laci Augusto da Silva, o autor da cartilha e servidor do PJC.

Augusto, que também é ator de teatro, afirma que, com a criação do Vozes da Paz em 2013, um dos projetos do Programa, desenvolvido em escolas do DF, explicitou-se a necessidade do uso de uma linguagem sobre o tema para alcançar crianças de várias idades: “Trabalhando com mediação de conflitos junto à comunidade, e principalmente explicando o que era isso, vimos que o desafio estava em falar de assuntos por vezes complexos, prendendo a atenção das crianças e transmitindo a mensagem de forma clara. Torcemos agora para que a vida também imite a arte e que as pessoas reconheçam em si a possibilidade de autogestão de conflitos”, completa o escritor.

Clique aqui e acesse a cartilha “Quem vai pagar o pato?”

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