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Últimos dias de inscrições para palestra de lançamento do Centro de Memória Digital do TJDFT

por ACS — publicado em 08/10/2018 07:55

Acesse a página da Escola de Formação Judiciária do TJDFT para se inscrever

CMDTermina nesta terça-feira, 9/10, o período de inscrições para o evento de lançamento do Centro de Memória Digital do TJDFT – CMD, nova plataforma de disseminação de informações de caráter informativo, educativo e de interesse social, relacionada à memória institucional do TJDFT. O evento ocorrerá no dia 18/10, às 16h, no Auditório Sepúlveda Pertence e contará com a palestra: “A garantia da autenticidade, confiabilidade e fonte de prova dos documentos arquivísticos digitais em uma cadeia de custódia com os RDC-Arq”, a ser proferida pelo especialista em arquivologia Daniel Flores. 

A palestra abordará os requisitos necessários para que os documentos produzidos em ambiente digital possam servir como fonte de prova, garantindo a autenticidade e a confiabilidade para fins jurídicos. Serão abordadas as normas internacionais e nacionais que regulam a matéria, visando a difusão de tais normas bastante desconhecidas pela sociedade brasileira. Também será explorado o tema Repositório Arquivístico Digital Confiável - RDC-Arq, como iniciativa tecnológica de solução para problemas de falta de segurança e de preservação de documentos arquivísticos em suporte digital, atentando-se para a complexidade, a sensibilidade e a preservação de guarda permanente, já que a Lei 8.159/91 considera crime a destruição de documentos de caráter permanente.

CMD - programaçãoA palestra de lançamento do CMD do TJDFT também fará parte das comemorações dos 40 anos da regulamentação das profissões de Arquivista e Técnico de Arquivo (Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978), promovidas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, cuja íntegra pode ser conhecida em http://www.senado.leg.br/senado/hotsites/40arq/index.htm.

Foram produzidos dois selos comemorativos em virtude da data. Um pelo Fnarq e outro pelo Senado Federal. Tais selos irão estampar diversos eventos pelo país relacionados à temática, neste ano, inclusive o do TJDFT.

Para a palestra do especialista Daniel Flores foram disponibilizadas 180 vagas, sendo metade para o público interno (magistrados e servidores do TJDFT) e a outra metade para o público externo, com preferência para: magistrados e servidores do TRF - 1ª Região, do TRE/DF e do TRT/DF; ministros e servidores do STJ e STF; membros e servidores do MPDFT, do CJF, CNJ, CNMP, Defensoria Pública do DF, TCU, TCDF, Procuradoria-Geral do DF, Câmara Legislativa do DF, Câmara dos Deputados e Senado Federal; membros da OAB, da Universidade de Brasília e do Arquivo Público do Distrito Federal.

O palestrante

Daniel Flores é doutor em Documentação pela Universidade de Salamanca, tendo concluído o Doutorado em Metodologías y Líneas de Investigación en Biblioteconomía y Documentación – Universidad de Salamanca/España em 2006 (Revalidado/reconhecido no Brasil ao título de Doutor em Ciência da Informação pela UFRJ/IBICT com bolsa CAPES. Desenvolveu estágio de Pós-Doutorado financiado pela Fundação Carolina na Espanha de 2008 a 2009 em Documentos Digitais: Gestão e Preservação. Também tem Mestrado em Engenharia de Produção na linha de pesquisa Tecnologia da Informação pela UFSM - Universidade Federal de Santa Maria em 2000. É Especialista em Organização de Arquivos pela Universidade de São Paulo - USP em 1998, graduado como bacharel em Arquivologia em 1998, desde o ano de 1995.  É líder do Grupos de Pesquisa em Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos - Ged/A e em Patrimônio Documental Arquivístico registrados no CNPq. Professor da UFSM e da UNIRIO.

Centro de Memória Digital

O Centro de Memória Digital – CMD é a nova plataforma de disseminação de informações de caráter informativo, educativo e de interesse social, relacionadas à memória institucional do TJDFT. Para tanto, ela irá utilizar o software ICA-AtoM (International Council of Archives – Access to Memory), ferramenta que permite descrever a informação arquivística, bibliográfica ou museológica, em conformidade com as normas internacionais, e possibilita a disponibilização on-line do acervo. Sem contar que a digitalização de peças históricas permite o resguardo de informações relevantes ao longo do tempo, evitando a deteriorização e a ação de agentes externos.

Adotado por órgãos como o STJ , o software AtoM será assim utilizado para disponibilizar informações de valor histórico e cultural do TJDFT, de interesse da comunidade científica e da sociedade em geral, preservando a memória da nossa Justiça, transpondo barreiras espaciais e contribuindo para que mais pessoas tenham acesso a essas informações.

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