Sementes da Equidade traz dicas para atendimento mais inclusivo à pessoa idosa
O bom atendimento das pessoas idosas é fundamental para garantir a inclusão e o pleno acesso a direitos dessa população. Esse público tem garantido por lei a preferência no atendimento em qualquer estabelecimento, o que inclui os serviços oferecidos pelo TJDFT.
Nesta edição, o Sementes da Equidade traz algumas dicas para auxiliar no atendimento mais inclusivo, acessível, respeitoso e humanizado para as pessoas idosas. Confira:
- Inicie o atendimento se dirigindo à pessoa idosa, não ao seu acompanhante. Faça perguntas e ofereça orientações;
- Chame a pessoa idosa por seu nome e mantenha contato visual, preferencialmente de frente e em local iluminado. Considere que pode haver uma possível diminuição da capacidade de enxergar ou de ouvir, o que é comum no processo de envelhecimento;
- Use frases curtas e objetivas e dê tempo para que o jurisdicionado possa expressar preocupações e perguntas. Evite termos técnicos que podem não ser compreendidos;
- Aguarde a resposta da pergunta antes de elaborar a seguinte. Há casos em que é necessário um tempo maior para elaborar a resposta e expressá-la;
- Não interrompa a pessoa no meio de sua fala, permita que ela conclua o seu próprio pensamento;
- Evite ambientes ruidosos e ofereça espaços bem-sinalizados e adaptados para facilitar a mobilidade das pessoas idosas;
- Repita a informação, quando ela não for compreendida. Utilize palavras diferentes e, de preferência, use linguagem mais simples.
Lembre-se: o TJDFT tem guias sobre como escrever em linguagem simples e como simplificar documentos, com o objetivo de ampliar o acesso aos serviços disponibilizados pela instituição.
O Tribunal também conta com ações de sensibilização e capacitação de magistrados(as), servidores(as) e terceirizados(as) sobre as necessidades específicas da população idosa.
Central Judicial da Pessoa Idosa
O Tribunal é pioneiro na instituição da Central Judicial da Pessoa Idosa, um serviço destinado à pessoa idosa do Distrito Federal que tenha seus direitos ameaçados ou violados e que necessite de orientação e atendimento da Justiça.
A iniciativa é fruto de parceria entre o TJDFT, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Defensoria Pública do DF e conta com apoio da Polícia Civil do DF.
A pessoa idosa, bem como familiares, vizinhos, cuidadores, instituições ou a própria comunidade podem entrar em contato com a CJI pelo telefone (61) 3103-7609. A CJI atende também de forma presencial, das 12h às 19h, nos dias úteis, no térreo do Bloco B do Fórum de Brasília, sala 104.