Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
Sementes da Inclusão destaca importância das mulheres com deficiência (PcD)
Post do produto do TJDFT, Sementes da Inclusão. Na peça há o seguinte texto: "Ou as pessoas avaliam a mulher PcD como incapaz intelectualmente, fisicamente, sexualmente e emocionalmente, ou lhes atribuem uma capacidade acima do normal, um exemplo de vida que não reflete o padrão da maioria das mulheres." Abaixo: Elma Coelho Sousa, Analista Judiciária e Pessoa com Deficiência. Na imagem o detalhe de uma mão de uma usuária de cadeiras de rodas empurrando a roda. Ao fundo, tons de azul e verde.  Assinam o post o Núcleo de Inclusão Acessibilidade e Sustentabilidade e o TJDFT. #Pró-Inclusão.

Sementes da Inclusão destaca importância das mulheres com deficiência (PcD)

por Vicente Junqueira Moragas - NUICS — publicado 14/03/2024

No Mês da Mulher, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) convidou a analista judiciária Elma Sousa para falar da importância social das mulheres com deficiência (PcD). Ela é uma das representantes de servidoras e servidores PcD na Comissão Multidisciplinar de Inclusão do Tribunal e atua na Secretaria da Vara de Família, Órfãos e Sucessões do Guará.
 

Ao abordar sua realidade, Elma considera que “ou as pessoas avaliam a mulher PcD como incapaz intelectualmente, fisicamente, sexualmente e emocionalmente ou lhes atribuem uma capacidade acima do normal, um exemplo de vida, o que não reflete o padrão da maioria das mulheres".
 

A servidora explica, ainda, que as mulheres PcD são pessoas comuns, que querem o mesmo que todas almejam: "a realização de sonhos e expectativas comuns a todos os seres humanos".
 

Sobre os desafios e oportunidades vivenciadas nas relações afetivas, Elma destaca que as “mulheres consideradas como sem deficiência relacionam-se publicamente com um homem com deficiência. Já os homens avaliados como sem deficiência dificilmente assumem publicamente que têm um relacionamento com uma mulher PcD; isso se chegarem a relacionar-se afetivamente com elas". 
 

No seu tempo livre, a servidora, que é usuária de cadeiras de rodas, gosta de ouvir música, assistir séries, cozinhar e ir ao cinema. É responsável pelo suporte financeiro da mãe idosa e divide outros cuidados com a irmã mais nova.