#QuarentenaSemViolencia

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Fique em casa!

Essa é a recomendação da Organização Mundial de Saúde como a melhor forma de se proteger do Novo Coranavirus. Todavia, para muitas mulheres a casa é o lugar onde a violência é praticada. O isolamento social pode fazer com que mulheres fiquem confinadas com o próprio agressor.

Vamos unir esforços para, caso você conheça mulheres em situação de violência, envie mensagem, escute, acolhe e apoie, mas principalmente denuncie!  

O Monitor da Violência aponta que em 2019 os feminicídios cresceram 7,3%, em comparação com 2018. Foram 1.324 mulheres assassinadas por serem mulheres: uma a cada 7h. De cada 3 mulheres mortas, duas eram negras. A maioria foi morta dentro de casa, por seus companheiros.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018 indica que o Brasil atingiu o recorde de 263 mil registros policiais de violência física em decorrência de violência doméstica. Uma mulher a cada 2 minutos foi a delegacia registrar um crime de agressão física.

Denuncie a violência ligando 180, indo à delegacia mais próxima ou à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). Durante a quarentena, a denúncia pode ser realizada por meio digital. Para mais informações, clique aqui.

 Os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher continuam trabalhando durante esse período. Confira como o trabalho foi organizado aqui.

A TV Justiça entrevistou um de nossos juízes coordenadores sobre a violência contra a mulher nesse tempo de pandemia. Você pode acessar o vídeo por aqui.

No canal do TJDFT você encontra materiais disponíveis gratuitamente sobre o tema. Acesse aqui.