Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Polo de Cultura, Justiça e Cidadania a ser construído no local do antigo Caje é apresentado ao Pleno do TJDFT

por ACS/TJDFT — publicado 10/11/2014

O Pleno do TJDFT conheceu, na sexta-feira, 7/11, o projeto para a construção do "Polo de Cultura, Justiça e Cidadania" do TJDFT, a ser edificado no terreno do antigo Caje. Uma proposta inovadora, que vai interagir com a sociedade de forma sistêmica. O projeto, voltado à infância e juventude, foi apresentado pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude, Renato Rodovalho Scussel, idealizador da ação, e pela arquiteta do TJDFT, Sandra Henriques de Souza. O projeto foi aprovado pelo Pleno Administrativo, composto por todos os desembargadores do Tribunal. 

O Presidente do TJDFT, desembargador Getúlio de Moraes Oliveira, ao colocar o projeto em votação, exaltou a sua relevância: "Um Centro de Justiça totalmente diferente, com os olhos voltados para o futuro". Afirmou, ainda, que o interesse inicial do TJDFT é a implantação da área judiciária, sendo que os demais espaços culturais e esportivos previstos no local serão preenchidos, posteriormente, por meio de parcerias com outros órgãos da federação, bem como órgãos internacionais, que já demonstraram interesse pela obra.

O juiz Renato Rodovalho Scussel agradeceu a oportunidade de apresentar um projeto tão inovador, fez um breve histórico do terreno e afirmou: "Nós fizemos a concepção desse projeto agregando todos os órgãos de atendimento da Justiça do Distrito Federal vinculados à promoção de paz, de cidadania, ligados à infância e juventude, daí então vislumbramos a possibilidade de agregar todos esses órgãos, criando um verdadeiro Sistema de Justiça da Infância e da Juventude".

As próximas etapas são o levantamento planialtimétrico e a sondagem do terreno, a fim de dar prosseguimento ao projeto e às respectivas contratações para execução das obras. O Caje começou a ser desativado em novembro de 2013 e a demolição ocorreu em março deste ano. O terreno do TJDFT, um lote de 63 mil metros quadrados, cedido para o funcionamento da instituição de internação para adolescentes infratores, foi devolvido pelo GDF em 5/9.