Diretora da VIJ-DF profere palestra motivacional a terceirizados

por Liliana Faraco/SECOM/VIJ-DF — publicado 2019-04-29T15:20:00-03:00

Cerca de 90 colaboradores terceirizados da Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF) assistiram à palestra motivacional proferida pela diretora-geral administrativa da VIJ, Simone Resende, realizada na última sexta-feira, 26/4, pela manhã, no auditório da Vara. A proposta da diretora foi compartilhar seus conhecimentos sobre o poder da mente e o poder da ação, adquiridos em cursos que vem realizando com o conhecido master coach Paulo Vieira.

Simone Resende ofereceu aos colaboradores um lanche para que se descontraíssem antes de começar a palestra. Após esse momento de confraternização, ela iniciou sua fala afirmando que geralmente as pessoas desejam mudar ou melhorar algum aspecto em suas vidas, mas costumam sabotar a si próprias atribuindo várias justificativas à ausência de êxito em seus planos. Simone chamou isso de “crenças”, conceituando como tudo aquilo que se viu, ouviu ou sentiu de maneira repetida ou sob forte impacto emocional. “Assim como um computador é programado, nós também somos programados com verdades absolutas, que são aquelas coisas que crescemos ouvindo desde a nossa infância. As crenças e os comportamentos podem nos impulsionar para o sucesso ou nos limitar a permanecer no insucesso”, explicou.

Mentes positivas e atitudes

Simone disse que a ideia é motivar a atuação da inteligência emocional para alterar nossas crenças e propôs a adoção de mudanças de atitudes, buscando viver com otimismo, para alcançar prosperidade, felicidade e realização. A primeira delas, conforme a diretora, é saber agradecer diariamente pela vida e por tudo que possui. “Quem não tem gratidão pelo que já tem não prospera!”, destacou.

A segunda atitude apontada pela diretora é saber reprogramar a mente, reconhecendo o poder dos pensamentos diante dos nossos comportamentos: “Reescrevam suas crenças para que as sintam e pensem de forma positiva, pois o nosso cérebro muitas vezes não diferencia o que é real. Digam com confiança coisas positivas e acreditem no que estão falando”, pontuou. A afirmação foi exemplificada por meio da exibição de vídeos de pessoas otimistas que superaram dificuldades e venceram na vida.

O terceiro passo para a mudança, segundo ela, centra-se na autorresponsabilidade, ou seja, a pessoa precisa se assumir responsável pela condução de sua vida. “Tem muita gente que culpa os pais, o chefe, o governo, o emprego pelo seu insucesso, quando na verdade o único culpado é você. É o livre arbítrio ou a certeza de que é você que está com o leme do barco de sua vida e, por isso, é o único que pode mudá-la”, disse.

Durante a palestra, a diretora procurou integrar os colaboradores com dinâmicas, que foram realizadas e aprovadas por eles. Ao final, ela foi bastante aplaudida e recebeu retorno positivo dos participantes. Confira a seguir os depoimentos.

Depoimentos 

JOSIVÂNIA trabalha na limpeza da VIJ-DF há 4 anos. “Eu me espelhei na palestra dela. Eu moro em Goiás, acordo às 3h40 da manhã e venho trabalhar muito feliz porque aqui é a fonte de onde eu consigo meu alimento. Antes eu trabalhava sem carteira assinada vendendo lanches numa barraca pequena, debaixo de sol e chuva. Eu queria uma estabilidade e surgiu essa vaga na VIJ, que abriu minha visão de tal forma que não quero ficar a vida inteira na limpeza, quero almejar algo melhor na minha vida! Estou tirando a habilitação e já mentalizei que vou comprar um carro. Assim como eu morava de aluguel e consegui comprar minha casa, mesmo ouvindo das pessoas: 'Nossa! Você vai comprar sua casa e sair do aluguel?’. Na minha visão, eu já mentalizei que vou pagar a casa antes dos 20 anos. Eu me vi nessa palestra! Agradeço a Deus por ter conseguido aqui uma oportunidade!”

MARIA trabalha na Secretaria Judicial da VIJ-DF há 5 anos.Achei que ficaria entediada por ser uma palestra motivacional, mas tomou minha atenção e me senti contagiada pela energia positiva. Eu me identifiquei em vários pontos e percebi que todos ali estavam ligados e interagindo. A diretora perguntou se todos estavam felizes com a vida que tinham e eu levantei a mão. Mas depois percebi que tinha algo a melhorar sim. Valeu a pena a palestra e poderia ser expandida às pessoas que não puderam ir. Achei generosa essa iniciativa porque ela poderia guardar o conhecimento para si, mas quis transmitir a nós!”