Riscos

última modificação: 2021-07-28T01:13:55-03:00

A Governança Institucional do TJDFT se caracteriza por um conjunto de boas práticas para direcionar, gerir e controlar as atividades de uma organização.

Nesse contexto, a gestão de riscos representa uma dessas práticas de governança que prioriza as questões mais críticas e serve de subsídio à tomada de decisões responsável e participativa para alocação dos recursos disponíveis, de acordo com as questões mais críticas e urgentes. Além disso, é um processo que pode ser aplicado a qualquer atividade, projeto ou processo organizacional.

Publicações

Política e Sistema de Governança institucional do TJDFT

A Resolução 2 de 2019 é o principal normativo interno sobre o tema, que abrange e orienta os subsistemas de governança (contratações, pessoas e tecnologia da informação e comunicação).

Política de Gestão de Riscos e Controles do TJDFT

Portaria Conjunta 2 de 2019 estabelece princípios, objetivos, diretrizes, estrutura e responsabilidades a serem observadas no processo de gestão de riscos do TJDFT, nos níveis estratégico, tático e operacional.

A metodologia adotada pelo TJDFT é baseada em fundamentos teóricos e em recomendações da NBR ISO 31000:2009 e do Referencial Básico de Gestão de Riscos do TCU, atualizada pela ISO 31000:2018.

Declaração de Apetite a Riscos do TJDFT

Cumprimos mais um importante desafio com a publicação da Declaração de Apetite a Riscos do TJDFT, por meio da Portaria Conjunta 34, de 27 de abril de 2021, que acrescenta o documento como anexo à Política de Gestão de Riscos e Controles da Casa. A Declaração representa o posicionamento da Alta Administração a fim de orientar os gestores de todos os níveis organizacionais quanto às respostas aos riscos. 

Acesse aqui a cartilha.

Guia de Gestão de Riscos e Controles do TJDFT

O Guia de Gestão de Riscos e Controles do TJDFT foi elaborado pela Secretaria de Planejamento e Gestão Estratégica – SEPG, com o propósito de orientar o gerenciamento de riscos em todas as atividades desenvolvidas no âmbito do Tribunal.

Em breve:

O Guia de Gestão de Riscos e Controles está sendo revisado para a publicação de sua 2ª versão, com mais exemplos e conteúdo a fim de facilitar a aplicação em todas as unidades do TJDFT.

Enquanto isso, sugerimos o uso das escalas atualizadas a seguir, em substituição às escalas indicadas na 1ª versão do Guia.

ESCALA DE PROBABILIDADE

ESCALA DE IMPACTO

ESCALA DE CATEGORIAS DE IMPACTO

FATOR DE CONTROLE

RESPOSTA AO RISCO

MATRIZ DE NÍVEL DE RISCO

Processo de Gestão de Riscos

O processo de gerenciamento dos riscos compreende as seguintes etapas:

Contextualização

Identificação

Análise

Avaliação

Tratamento

Monitoramento

Comunicação

Análise de ambiente interno e externo

Levantamento dos riscos em evento com causas e consequências

Probabilidade x Impacto

Resposta aos riscos críticos e propostas de soluções

Construção do Plano de Tratamento ou de Continuidade

Acompanhamento dos riscos em todas as etapas do processo

Envolvimento de todas as partes interessadas ou que possam influenciar no processo

Enquanto não há um sistema implementado na Casa, disponibilizamos o arquivo em Excel para facilitar a condução do processo. 

PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS COMPLETO

Apetite e Tolerância a riscos

Apetite a risco é o nível que a organização está disposta a aceitar para atingir os objetivos identificados no contexto analisado.

Enquanto, tolerância a risco é a margem que a Administração permite aos gestores de suportar o impacto de determinado risco em troca de benefícios específicos, ainda que esse risco seja superior ao apetite a risco determinado pela organização.

O TJDFT conta com o Comitê de Governança e Gestão Estratégica – CGGE para monitorar, avaliar, revisar e propor alterações na política de gestão de riscos e controles do TJDFT; monitorar o tratamento dos riscos; analisar e encaminhar o relatório de análise crítica e o mapa de riscos organizacionais à Administração Superior; além de propor o adequado grau de apetite e tolerância a riscos do órgão.

Apetite: o CGGE aprovou como  apetite a riscos do TJDFT o nível MÉDIO para aceitação dos riscos, à critério do responsável pelo risco. A partir do nível ALTO, os riscos devem deve necessariamente ser tratados.

Tolerância: Quando o custo benefício não compensar ou não possibilitar a mitigação de determinado risco com nível alto ou extremo, caberá ao Gestor de Riscos levar o caso ao conhecimento do CGGE para decisão compartilhada.

Isso quer dizer que, qualquer risco avaliado como alto ou extremo deve necessariamente ser mitigado, enquanto que dos riscos de níveis baixo e médio, o tratamento fica a cargo do gestor.

No entanto, caso o gestor identifique não ser possível ou o custo benefício não compense o tratamento, é possível que se leve ao conhecimento do CGGE para que coparticipem da deliberação sobre aceitar, evitar, mitigar, ou compartilhar o risco. Isso proporciona maior engajamento da Administração Superior quanto às questões críticas do Tribunal, além de resguardar os gestores em relação às suas tomadas de decisões.

*Obs: o apetite e a tolerância poderão ser alterados, conforme o cenário e a maturidade da Casa em relação à Gestão de Riscos.

Consultorias

O Comitê de Governança e Gestão Estratégica aprovou as áreas que serão prioritárias na implementação da metodologia de Gestão de riscos, por meio de consultoria da equipe da Secretaria de Planejamento e Gestão Estratégica - SEPG. Para acompanhar o planejamento e andamento dessas consultorias, clique aqui.

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Fique à vontade para entrar em contato conosco!

Secretaria de Planejamento e Gestão Estratégica - SEPG

Núcleo de Gestão de Riscos e Integridade do TJDFT - NUGRI


*Em virtude da pandemia de COVID 19, o TJDFT encontra-se, em sua maioria, em regime de teletrabalho. Portanto, qualquer necessidade referente à Gestão de Riscos, gentileza entrar em contato com a Ludmila Maciel, via e-mail ou  whatsapp.