Presidente do TJDFT, Des. Nívio Gonçalves, na prromoção do Juiz Carlos Eduardo Batista dos Santos
O jesuíta espanhol Baltasar Gracián escreveu em seu livro "A arte da prudência" que "a brevidade sempre é agradável e lisonjeira. Ganha em cortesia o que perde pela concisão. As coisas boas, se ditas breves, são duplamente boas".
Permitam-me, portanto, ser breve, como convém à simplicidade desta importante cerimônia.
Este momento é de alta significação para todos nós e se destaca como um marco a encerrar a passagem do Dr. Carlos Eduardo Batista dos Santos pelo cargo de Juiz de Direito Substituto, ao mesmo tempo em que dá início a um novo período de confiança e de esperança como Titular da 1ª Vara Cível de Santa Maria.
Sabe o bom juiz o que lhe custa em esforços, em sacrifícios, em vigílias e em cuidados o consciencioso e pleno exercício das funções. O sentimento de justiça, próprio de todo ser humano, avulta no espírito do magistrado e, em o confiscando, nele imprime sentimento de permanente convocação.
A justiça, que lhe cabe cultuar e distribuir, ele a aceita, cedendo com alegria ao seu chamamento. A princípio, é uma inclinação. Depois, vocação. Ao final, um grande e diferente amor. Pouco a pouco, ela vai absorvendo para, depois, dominadoramente amoldar-lhe o caráter pelo sacrifício e pela renúncia.
Atento aos ditames da sua consciência, aos deveres para com a sociedade e ouvindo em si o que, acima de tudo, lhe diz a própria razão, o juiz se compenetra, surpreso, então, de que é obreiro de atividades diferentes, garantidor da harmonia dos povos e da confiança dos homens, mantenedor sereno da liberdade e da paz, artífice de uma obra eterna.
O digno juiz que há pouco foi promovido, firme no propósito de sempre acertar, enfrentou as dificuldades próprias do substituto, dedicado-se com afinco às suas várias tarefas, sempre saindo vitorioso.
Prestou auxílio na Sexta Vara de Família, na Décima e Décima Nona Varas Cíveis, todas da Circunscrição Especial de Brasília.
Ocupou, ainda, o Juizado de Competência Geral do Paranoá, o Terceiro Juizado Cível do Núcleo Bandeirante e o Itinerante.
Por último, atuou, com brilhantismo, na Coordenadoria de Conciliação de Precatórios do Núcleo Bandeirante.
O excelente trabalho desenvolvido por onde passou recomenda esse carioca a outros empreendimentos importantes, sendo certo que a judicatura ele a exerce na plena consciência do dever que incumbe ao magistrado. Sereno, alegre, isento, trabalhador, competente e honrado, deixou-se confiscar pela magistratura.
Estamos, pois, na presença de um ser humano preocupado com a ordem, com a pontualidade e com o exato cumprimento do dever.
Por isso é que, como Magistrado, o Dr. Carlos Eduardo recomenda-se como modelo a ser seguido.
Enfim, tantos são os motivos que o esplendem nessa trajetória de vida invejável, prezado Magistrado Carlos Eduardo, daí porque estamos reunidos, sua esposa amada, Elaine Teixeira Mazzaro, seus queridos filhos, pais, sogros, irmã e amigos, em comunhão festiva, para reiterar-lhe, nesta nova etapa da vida que se inicia, o conselho amável de Fernando Pessoa:
"Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Se achar que precisa voltar, volte.
Se achar que precisa seguir, siga.
Se estiver tudo certo, continue...".
Muita alegria e sucesso!
Obrigado!
Permitam-me, portanto, ser breve, como convém à simplicidade desta importante cerimônia.
Este momento é de alta significação para todos nós e se destaca como um marco a encerrar a passagem do Dr. Carlos Eduardo Batista dos Santos pelo cargo de Juiz de Direito Substituto, ao mesmo tempo em que dá início a um novo período de confiança e de esperança como Titular da 1ª Vara Cível de Santa Maria.
Sabe o bom juiz o que lhe custa em esforços, em sacrifícios, em vigílias e em cuidados o consciencioso e pleno exercício das funções. O sentimento de justiça, próprio de todo ser humano, avulta no espírito do magistrado e, em o confiscando, nele imprime sentimento de permanente convocação.
A justiça, que lhe cabe cultuar e distribuir, ele a aceita, cedendo com alegria ao seu chamamento. A princípio, é uma inclinação. Depois, vocação. Ao final, um grande e diferente amor. Pouco a pouco, ela vai absorvendo para, depois, dominadoramente amoldar-lhe o caráter pelo sacrifício e pela renúncia.
Atento aos ditames da sua consciência, aos deveres para com a sociedade e ouvindo em si o que, acima de tudo, lhe diz a própria razão, o juiz se compenetra, surpreso, então, de que é obreiro de atividades diferentes, garantidor da harmonia dos povos e da confiança dos homens, mantenedor sereno da liberdade e da paz, artífice de uma obra eterna.
O digno juiz que há pouco foi promovido, firme no propósito de sempre acertar, enfrentou as dificuldades próprias do substituto, dedicado-se com afinco às suas várias tarefas, sempre saindo vitorioso.
Prestou auxílio na Sexta Vara de Família, na Décima e Décima Nona Varas Cíveis, todas da Circunscrição Especial de Brasília.
Ocupou, ainda, o Juizado de Competência Geral do Paranoá, o Terceiro Juizado Cível do Núcleo Bandeirante e o Itinerante.
Por último, atuou, com brilhantismo, na Coordenadoria de Conciliação de Precatórios do Núcleo Bandeirante.
O excelente trabalho desenvolvido por onde passou recomenda esse carioca a outros empreendimentos importantes, sendo certo que a judicatura ele a exerce na plena consciência do dever que incumbe ao magistrado. Sereno, alegre, isento, trabalhador, competente e honrado, deixou-se confiscar pela magistratura.
Estamos, pois, na presença de um ser humano preocupado com a ordem, com a pontualidade e com o exato cumprimento do dever.
Por isso é que, como Magistrado, o Dr. Carlos Eduardo recomenda-se como modelo a ser seguido.
Enfim, tantos são os motivos que o esplendem nessa trajetória de vida invejável, prezado Magistrado Carlos Eduardo, daí porque estamos reunidos, sua esposa amada, Elaine Teixeira Mazzaro, seus queridos filhos, pais, sogros, irmã e amigos, em comunhão festiva, para reiterar-lhe, nesta nova etapa da vida que se inicia, o conselho amável de Fernando Pessoa:
"Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Se achar que precisa voltar, volte.
Se achar que precisa seguir, siga.
Se estiver tudo certo, continue...".
Muita alegria e sucesso!
Obrigado!