Desembargador Edson Alfredo Smaniotto na solenidade de Aposição da fotografia do Desembargador Eduardo de Oliveira
"A fotografia, antes de tudo, é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objeto ou personagem, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história. Cabe a nós, espectadores, o imenso desafio de
interpretá-Ias". (Ivan Lima)
"O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel" (Platão)
Quando fui convidado para manifestar algumas palavras nesta solenidade de aposição da foto do Excelentíssimo Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira, logo me coloquei a refletir sobre este momento e o seu significado, seja para nós, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, seja para seus estimados familiares, aqui presentes.
Procurei me deter no desafio que teria em expressar a honra do Tribunal a ser conferida ao ilustre homenageado; como poderia, em rápidas palavras, destacar os seus feitos como magistrado; como cumpriria o registro histórico de sua pessoa neste Tribunal.
Escolhi, todavia, um caminho que me pareceu mais apropriado, procurando enfatizar o sentido que podemos emprestar a esta solenidade de aposição da fotografia do homenageado no quadro dos dirigentes deste Tribunal.
Toda fotografia nos traz recordações. Também manifesta afetos, sentimentos; algumas vezes, resgata sorrisos ou lágrimas... sem falar nas histórias que cada fotografia recupera em nossa memória e que nos estimula a contá-las em detalhes...
A fotografia, uma palavra de origem grega, que quer dizer "desenhar com luz", tem um poder extraordinário de oferecer à humanidade uma marca indelével de uma história, de um tempo, de um lugar; de uma pessoa.
A imagem criada por meio da técnica de exposição luminosa revela muito mais do que se pode perceber pela simples visão. É isso mesmo, tudo na fotografia é uma questão de luz. A luminosidade, lançada no filme ainda virgem, é que assegura a fixação da imagem numa superfície sensível.
E é sobre este foco que convido a todos para compartilhar a homenagem que ora prestamos ao eminente Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira.
Descendente de uma família de registradores desde os seus bisavós, nasceu em Monte Carmelo - MG.
Filho de Jesus Rosa de Oliveira e Selva de Moraes Alves e Oliveira, foi criado nessa cidade do alto do Paranaíba.
Recebeu formação educacional nos tradicionais colégios de Monte Carmelo (Colégio de Nossa Senhora do Amparo, Escola Santo Thomaz de Aquino e Escola Comercial de Monte Carmelo) e graduou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Uberlândia - MG.
Constituiu família, casando-se com a teóloga Srª Maria Iris e com ela teve quatro filhos: Patrícia Lourdes; James Eduardo; Carla Beatriz e Romes Eduardo, todos, inspirados pelo exemplo dos pais, inclinaram-se ao exercício da intelectualidade - motivo de grande orgulho - e os dois varões, hoje, seguem o talento do pai e fazem carreira na magistratura do Distrito Federal.
Homem de grande vigor, sempre dedicado aos interesses da sociedade, exerceu a política em Monte Carmelo: foi Vereador Municipal e Secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal. Também foi Vice-Prefeito e depois assumiu a Prefeitura, realizando grandes feitos para a cidade.
Por três vezes, foi Presidente da União Municipal dos Estudantes Secundários de Monte Carmelo.
Exerceu o magistério no Colégio Estadual "Gregoriano Canedo", no Colégio Comercial de Monte Carmelo e na Escola de Comércio de Monte Carmelo.
Publicou diversos trabalhos jurídicos em revistas especializadas, inclusive na Revista do Supremo Tribunal Federal, na Revista Forense, na Revista dos Tribunais e em jornais.
A sua brilhante carreira na magistratura do Distrito Federal se deu em 1980 e, já em 1994, assumiu o cargo de Desembargador desta egrégia Corte.
Foi eleito Corregedor da Justiça no biênio 2004/06 e, em seguida, eleito Vice-Presidente para o biênio de 2006/08.
Essas são as breves informações quanto ao respeitável currículo do homenageado.
A fotografia, na aparência estática, captura um instante iluminado não só da imagem do Desembargador Eduardo, mas de todas as qualidades que ornamentam o homem, o amigo, o esposo, o pai e o magistrado. Irradia um conteúdo valioso e memorável que se revela a quem teve a felicidade de conviver com o eminente homenageado.
Contemplando a Galeria dos Vice-Presidentes desta egrégia Corte, percebemos que ela representa muito mais que um acervo de autoridades públicas, constituídas em dignidade, mas, sob a luz das imagens aqui expostas, ela descortina, na verdade, a feição mais humana da Justiça do Distrito Federal.
Muito além de uma exibição de fotografias, o fim desta Galeria é revelar que a Justiça do Distrito Federal foi e está sendo construída pelas mãos de homens que desbravaram e, cotidianamente, vencem o desafio de orientar e conduzir esta Corte segundo uma concepção adequada do bem comum, dirigido a toda a família dos jurisdicionados.
A aposição da foto do Excelentíssimo Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira é, para nós, uma grande honra, pois vem dar luminosidade à imagem da Justiça do Distrito Federal, delineando o rosto solícito desta Corte, inclinado para fazer ressoar o bem comum e a paz social.
À fotografia podemos adicionar mais uma vantagem, muito embora se passem os anos, as décadas, ela não envelhece jamais. Sempre o observador terá oportunidade de, ao avistar o painel, recordar-se de que, entre tantos homens ilustres, haverá um deles, o Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira, que sempre significará uma pilastra sobre a qual se construiu a vistosa Justiça do Distrito Federal.
Estará sempre entre nós, neste Tribunal, o jovem Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira.
Muito obrigado!
interpretá-Ias". (Ivan Lima)
"O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel" (Platão)
Quando fui convidado para manifestar algumas palavras nesta solenidade de aposição da foto do Excelentíssimo Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira, logo me coloquei a refletir sobre este momento e o seu significado, seja para nós, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, seja para seus estimados familiares, aqui presentes.
Procurei me deter no desafio que teria em expressar a honra do Tribunal a ser conferida ao ilustre homenageado; como poderia, em rápidas palavras, destacar os seus feitos como magistrado; como cumpriria o registro histórico de sua pessoa neste Tribunal.
Escolhi, todavia, um caminho que me pareceu mais apropriado, procurando enfatizar o sentido que podemos emprestar a esta solenidade de aposição da fotografia do homenageado no quadro dos dirigentes deste Tribunal.
Toda fotografia nos traz recordações. Também manifesta afetos, sentimentos; algumas vezes, resgata sorrisos ou lágrimas... sem falar nas histórias que cada fotografia recupera em nossa memória e que nos estimula a contá-las em detalhes...
A fotografia, uma palavra de origem grega, que quer dizer "desenhar com luz", tem um poder extraordinário de oferecer à humanidade uma marca indelével de uma história, de um tempo, de um lugar; de uma pessoa.
A imagem criada por meio da técnica de exposição luminosa revela muito mais do que se pode perceber pela simples visão. É isso mesmo, tudo na fotografia é uma questão de luz. A luminosidade, lançada no filme ainda virgem, é que assegura a fixação da imagem numa superfície sensível.
E é sobre este foco que convido a todos para compartilhar a homenagem que ora prestamos ao eminente Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira.
Descendente de uma família de registradores desde os seus bisavós, nasceu em Monte Carmelo - MG.
Filho de Jesus Rosa de Oliveira e Selva de Moraes Alves e Oliveira, foi criado nessa cidade do alto do Paranaíba.
Recebeu formação educacional nos tradicionais colégios de Monte Carmelo (Colégio de Nossa Senhora do Amparo, Escola Santo Thomaz de Aquino e Escola Comercial de Monte Carmelo) e graduou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Uberlândia - MG.
Constituiu família, casando-se com a teóloga Srª Maria Iris e com ela teve quatro filhos: Patrícia Lourdes; James Eduardo; Carla Beatriz e Romes Eduardo, todos, inspirados pelo exemplo dos pais, inclinaram-se ao exercício da intelectualidade - motivo de grande orgulho - e os dois varões, hoje, seguem o talento do pai e fazem carreira na magistratura do Distrito Federal.
Homem de grande vigor, sempre dedicado aos interesses da sociedade, exerceu a política em Monte Carmelo: foi Vereador Municipal e Secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal. Também foi Vice-Prefeito e depois assumiu a Prefeitura, realizando grandes feitos para a cidade.
Por três vezes, foi Presidente da União Municipal dos Estudantes Secundários de Monte Carmelo.
Exerceu o magistério no Colégio Estadual "Gregoriano Canedo", no Colégio Comercial de Monte Carmelo e na Escola de Comércio de Monte Carmelo.
Publicou diversos trabalhos jurídicos em revistas especializadas, inclusive na Revista do Supremo Tribunal Federal, na Revista Forense, na Revista dos Tribunais e em jornais.
A sua brilhante carreira na magistratura do Distrito Federal se deu em 1980 e, já em 1994, assumiu o cargo de Desembargador desta egrégia Corte.
Foi eleito Corregedor da Justiça no biênio 2004/06 e, em seguida, eleito Vice-Presidente para o biênio de 2006/08.
Essas são as breves informações quanto ao respeitável currículo do homenageado.
A fotografia, na aparência estática, captura um instante iluminado não só da imagem do Desembargador Eduardo, mas de todas as qualidades que ornamentam o homem, o amigo, o esposo, o pai e o magistrado. Irradia um conteúdo valioso e memorável que se revela a quem teve a felicidade de conviver com o eminente homenageado.
Contemplando a Galeria dos Vice-Presidentes desta egrégia Corte, percebemos que ela representa muito mais que um acervo de autoridades públicas, constituídas em dignidade, mas, sob a luz das imagens aqui expostas, ela descortina, na verdade, a feição mais humana da Justiça do Distrito Federal.
Muito além de uma exibição de fotografias, o fim desta Galeria é revelar que a Justiça do Distrito Federal foi e está sendo construída pelas mãos de homens que desbravaram e, cotidianamente, vencem o desafio de orientar e conduzir esta Corte segundo uma concepção adequada do bem comum, dirigido a toda a família dos jurisdicionados.
A aposição da foto do Excelentíssimo Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira é, para nós, uma grande honra, pois vem dar luminosidade à imagem da Justiça do Distrito Federal, delineando o rosto solícito desta Corte, inclinado para fazer ressoar o bem comum e a paz social.
À fotografia podemos adicionar mais uma vantagem, muito embora se passem os anos, as décadas, ela não envelhece jamais. Sempre o observador terá oportunidade de, ao avistar o painel, recordar-se de que, entre tantos homens ilustres, haverá um deles, o Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira, que sempre significará uma pilastra sobre a qual se construiu a vistosa Justiça do Distrito Federal.
Estará sempre entre nós, neste Tribunal, o jovem Desembargador Eduardo Alberto de Moraes Oliveira.
Muito obrigado!