Presidente do TJDFT, Des. Otávio Augusto Barbosa, durante Workshop sobre Certificação Digital
Em primeiro lugar quero agradecer a honra de poder ajudar o engrandecimento da justiça do meu país. Quero crer que metas só existam pelo desejo do próprio ser humano em traçá-las e alcançá-las com o objetivo de atingir o equilíbrio na qualidade dos serviços a serem prestados à comunidade.
Nesse momento, anseio que esta solenidade seja marco para que o Judiciário se afirme como um Poder cioso de seu próprio tempo. Sinto-me lisonjeado de acompanhar o nascedouro de um projeto tão ambicioso em que a cúpula do Poder Judiciário decidiu por dotar todos os Magistrados de ferramentas que vêm em auxílio a uma justiça mais célere e, por isso mesmo, eficaz.
Como diria Rui Barbosa, "Justiça tardia é injustiça", daí a necessidade de sermos dinâmicos, sem nunca perdermos de vista a qualidade de nosso trabalho, pois em tempos que, pretensamente, a quantidade é mais importante que a qualidade, o Poder Judiciário deve se afirmar contra esta caótica visão. Assim, acreditamos que é possível manter elevados níveis de produtividade sem deixar de analisar cada caso em particular com a devida observância necessária.
O Conselho Nacional de Justiça tem se afirmado como um Órgão preocupado com as demandas de todos os cidadãos e com a reinvenção das estruturas do próprio Poder Judiciário, sempre buscando a rapidez que é característica marcante dos tempos modernos.
As metas traçadas pelo E. Conselho objetivam a melhoria contínua da nossa obrigação constitucional de dizer o direito, motivo pelo qual iniciativas como a que ora se aperfeiçoa merecerão sempre o apoio integral do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Muito obrigado.
Nesse momento, anseio que esta solenidade seja marco para que o Judiciário se afirme como um Poder cioso de seu próprio tempo. Sinto-me lisonjeado de acompanhar o nascedouro de um projeto tão ambicioso em que a cúpula do Poder Judiciário decidiu por dotar todos os Magistrados de ferramentas que vêm em auxílio a uma justiça mais célere e, por isso mesmo, eficaz.
Como diria Rui Barbosa, "Justiça tardia é injustiça", daí a necessidade de sermos dinâmicos, sem nunca perdermos de vista a qualidade de nosso trabalho, pois em tempos que, pretensamente, a quantidade é mais importante que a qualidade, o Poder Judiciário deve se afirmar contra esta caótica visão. Assim, acreditamos que é possível manter elevados níveis de produtividade sem deixar de analisar cada caso em particular com a devida observância necessária.
O Conselho Nacional de Justiça tem se afirmado como um Órgão preocupado com as demandas de todos os cidadãos e com a reinvenção das estruturas do próprio Poder Judiciário, sempre buscando a rapidez que é característica marcante dos tempos modernos.
As metas traçadas pelo E. Conselho objetivam a melhoria contínua da nossa obrigação constitucional de dizer o direito, motivo pelo qual iniciativas como a que ora se aperfeiçoa merecerão sempre o apoio integral do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Muito obrigado.