Presidente do TJDFT, Des. Otávio Augusto Barbosa - Programa Cidadania e Justiça na Escola
Honra-me apresentar às senhoras e senhores aqui presentes o Programa Cidadania e Justiça na Escola que, sem sombra de dúvidas, é o mais bonito dos inúmeros projetos que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios realiza.
O Programa foi desenvolvido pela Associação dos Magistrados do Distrito Federal (AMAGIS-DF), em parceria com o nosso Tribunal de Justiça (TJDFT) e com a Secretaria de Estado de Educação, funcionando desde o ano 2000, promovendo encontros entre magistrados, alunos e professores do 5º ano do ensino fundamental de escolas públicas, para discutirem sobre questões relativas à cidadania, à ética e à justiça.
As escolas recebem uma cartilha, em formato de história em quadrinhos, que fala de maneira didática e simplificada sobre o funcionamento e o papel dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e sobre o trabalho dos profissionais que neles atuam.
Em Brasília, além das entidades já mencionadas e com o apoio do Ministério Público, Defensoria Pública, e da Faculdade de Direito da UNB, o projeto teve seu nascedouro em Ceilândia, sendo estendido a outras localidades.
Neste ano de 2010, ocorre a 2ª Mostra de Talentos do Programa Cidadania e Justiça na Escola, o TAL MIRIM. O concurso, que já era realizado na modalidade de redação, foi ampliado para incluir as categorias de música, arte, dança, teatro e literatura. É uma oportunidade para que os alunos possam expressar de diversas formas o conhecimento adquirido no programa.
O aprendizado da cidadania permite que as relações sejam travadas com mais respeito, solidariedade, ética, cordialidade e dignidade. O conhecimento dos direitos e deveres afasta a violência, alcança o comprometimento do cidadão com o futuro do País e acolhe o valor de Justiça Preventiva.
O Judiciário, ciente da responsabilidade social com a cidadania, vai até a Escola, contribuindo com o ensino fundamental, adequando sua linguagem técnica à infantil, proferindo aulas, formando agentes multiplicadores, estabelecendo a experiência da prevenção de conflitos através de profissionais qualificados, buscando a auto-sustentabilidade futura da cidadania.
O objetivo inicial do projeto é conscientizar pais, alunos e professores sobre seus direitos e deveres, demonstrando a forma de exercê-los, promovendo esclarecimentos sobre questões relativas à cidadania, à ética e à justiça.
Usando uma linguagem acessível e buscando sempre adaptá-la à realidade dos alunos, os voluntários auxiliam na formação das crianças e adolescentes, transmitindo informações sobre o funcionamento do Poder Judiciário e demais estruturas.
Além disso, contribuem para um processo de aprendizado mais amplo, incentivando a promoção da justiça preventiva, e levando aos futuros cidadãos, uma ferramenta essencial para a boa convivência em sociedade: o conhecimento dos direitos e deveres de cada um, e a necessidade de aprender a respeitá-los.
Estou convicto de que todos os agentes públicos envolvidos nesta bela empreitada são responsáveis pela criação de um novo cidadão. Um cidadão cioso de suas responsabilidades com o Estado, conhecedor da importância de cada indivíduo na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária. Modelo perseguido há muitos séculos.
Um aluno de 10 anos de idade que vê, possivelmente pela primeira vez, a figura de uma autoridade em seu ambiente de estudo, tende a desenvolver a opção por trilhar o caminho da retidão, nascendo, assim, o desejo de se tornar partícipe na construção de uma Nação melhor, podendo, inclusive, sonhar em ser um Magistrado, Membro do Ministério Público ou Advogado.
Nesta oportunidade, quero agradecer o importante apoio que o Conselho Nacional de Justiça nos emprestou, concedendo seu espaço institucional para realização do evento de abertura, permitindo, desta forma, que outras pessoas tenham conhecimento deste belo projeto, idealizando sua implantação em todas as demais Unidades da Federação.
Muito obrigado.
O Programa foi desenvolvido pela Associação dos Magistrados do Distrito Federal (AMAGIS-DF), em parceria com o nosso Tribunal de Justiça (TJDFT) e com a Secretaria de Estado de Educação, funcionando desde o ano 2000, promovendo encontros entre magistrados, alunos e professores do 5º ano do ensino fundamental de escolas públicas, para discutirem sobre questões relativas à cidadania, à ética e à justiça.
As escolas recebem uma cartilha, em formato de história em quadrinhos, que fala de maneira didática e simplificada sobre o funcionamento e o papel dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e sobre o trabalho dos profissionais que neles atuam.
Em Brasília, além das entidades já mencionadas e com o apoio do Ministério Público, Defensoria Pública, e da Faculdade de Direito da UNB, o projeto teve seu nascedouro em Ceilândia, sendo estendido a outras localidades.
Neste ano de 2010, ocorre a 2ª Mostra de Talentos do Programa Cidadania e Justiça na Escola, o TAL MIRIM. O concurso, que já era realizado na modalidade de redação, foi ampliado para incluir as categorias de música, arte, dança, teatro e literatura. É uma oportunidade para que os alunos possam expressar de diversas formas o conhecimento adquirido no programa.
O aprendizado da cidadania permite que as relações sejam travadas com mais respeito, solidariedade, ética, cordialidade e dignidade. O conhecimento dos direitos e deveres afasta a violência, alcança o comprometimento do cidadão com o futuro do País e acolhe o valor de Justiça Preventiva.
O Judiciário, ciente da responsabilidade social com a cidadania, vai até a Escola, contribuindo com o ensino fundamental, adequando sua linguagem técnica à infantil, proferindo aulas, formando agentes multiplicadores, estabelecendo a experiência da prevenção de conflitos através de profissionais qualificados, buscando a auto-sustentabilidade futura da cidadania.
O objetivo inicial do projeto é conscientizar pais, alunos e professores sobre seus direitos e deveres, demonstrando a forma de exercê-los, promovendo esclarecimentos sobre questões relativas à cidadania, à ética e à justiça.
Usando uma linguagem acessível e buscando sempre adaptá-la à realidade dos alunos, os voluntários auxiliam na formação das crianças e adolescentes, transmitindo informações sobre o funcionamento do Poder Judiciário e demais estruturas.
Além disso, contribuem para um processo de aprendizado mais amplo, incentivando a promoção da justiça preventiva, e levando aos futuros cidadãos, uma ferramenta essencial para a boa convivência em sociedade: o conhecimento dos direitos e deveres de cada um, e a necessidade de aprender a respeitá-los.
Estou convicto de que todos os agentes públicos envolvidos nesta bela empreitada são responsáveis pela criação de um novo cidadão. Um cidadão cioso de suas responsabilidades com o Estado, conhecedor da importância de cada indivíduo na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária. Modelo perseguido há muitos séculos.
Um aluno de 10 anos de idade que vê, possivelmente pela primeira vez, a figura de uma autoridade em seu ambiente de estudo, tende a desenvolver a opção por trilhar o caminho da retidão, nascendo, assim, o desejo de se tornar partícipe na construção de uma Nação melhor, podendo, inclusive, sonhar em ser um Magistrado, Membro do Ministério Público ou Advogado.
Nesta oportunidade, quero agradecer o importante apoio que o Conselho Nacional de Justiça nos emprestou, concedendo seu espaço institucional para realização do evento de abertura, permitindo, desta forma, que outras pessoas tenham conhecimento deste belo projeto, idealizando sua implantação em todas as demais Unidades da Federação.
Muito obrigado.