Corregedor Des. Sérgio Bittencourt na outorga da Menção Honrosa aos servidores
Embora oficialmente em gozo de férias, não poderia deixar de comparecer a esta solenidade, para mim a mais importante dentre todas as outras das quais tenho participado desde a honrosa escolha do meu nome para o cargo de Corregedor da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
Com efeito, Senhor Presidente, apesar de não estarmos, neste momento, mostrando à sociedade, aos nossos jurisdicionados mais uma das muitas obras realizadas sob o comando de Vossa Excelência, nossa presença, aqui e agora, tem por objetivo algo muito maior e que transcende o simples regozijo diante da realização de projetos ou de cumprimentos de metas preestabelecidas. O que fazemos é homenagear, sem nenhum favor, nossos servidores, verdadeiros responsáveis pela grandeza desta instituição.
Não há conquista política nem progresso científico se colocado em plano secundário seu alvo principal, isto é, o crescimento moral e material da própria pessoa humana. Esse é o sentido da ??Menção Honrosa do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios??, criada pela Portaria Conjunta 62/2010, que nada mais fez do que justiça aos servidores que, pela competência e dedicação de tantos anos, deram e continuam dando parte de suas vidas a este Tribunal que, se não for o melhor, está, com certeza, inserido dentre os melhores do país.
Não é exagero, Senhor Presidente.
Em recente encontro de Corregedores da Justiça de outros tribunais estaduais, a eminente Ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, durante a abertura do conclave, referiu-se à Corregedoria da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios como a mais operosa e bem estruturada corregedoria, servindo de exemplo às demais que ali de achavam representadas.
Perdoe-me, Senhor Presidente, pela falta de modéstia, mas entendi que o fato deveria ser divulgado, mesmo porque não me vejo inteiramente responsável pelo sucesso, já que, primeiro, apenas venho seguindo os passos de meus ilustres antecessores mais recentes, desembargadores Getúlio Pinheiro e João Mariosi, e, depois, porque, sem os servidores ali lotados (alguns dos quais aqui presentes) e que desde o inicio estão comigo, incondicionalmente compromissados com o melhor desempenho do órgão, nada poderia eu sozinho realizar.
Senhor Presidente, somos, porém, uma única e grande família, cujo destino ora se acha nas mãos sensatas de Vossa Excelência. Mas, como membro da Administração e, principalmente, como juiz de carreira que aqui ingressou há mais de vinte sete anos, sinto-me imensamente feliz em compartilhar deste momento histórico, no qual se presta justa e merecida homenagem aos que fazem grande nosso Tribunal.
Parabéns, senhores homenageados. É de Vossas Senhorias a festa de hoje.
Com efeito, Senhor Presidente, apesar de não estarmos, neste momento, mostrando à sociedade, aos nossos jurisdicionados mais uma das muitas obras realizadas sob o comando de Vossa Excelência, nossa presença, aqui e agora, tem por objetivo algo muito maior e que transcende o simples regozijo diante da realização de projetos ou de cumprimentos de metas preestabelecidas. O que fazemos é homenagear, sem nenhum favor, nossos servidores, verdadeiros responsáveis pela grandeza desta instituição.
Não há conquista política nem progresso científico se colocado em plano secundário seu alvo principal, isto é, o crescimento moral e material da própria pessoa humana. Esse é o sentido da ??Menção Honrosa do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios??, criada pela Portaria Conjunta 62/2010, que nada mais fez do que justiça aos servidores que, pela competência e dedicação de tantos anos, deram e continuam dando parte de suas vidas a este Tribunal que, se não for o melhor, está, com certeza, inserido dentre os melhores do país.
Não é exagero, Senhor Presidente.
Em recente encontro de Corregedores da Justiça de outros tribunais estaduais, a eminente Ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, durante a abertura do conclave, referiu-se à Corregedoria da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios como a mais operosa e bem estruturada corregedoria, servindo de exemplo às demais que ali de achavam representadas.
Perdoe-me, Senhor Presidente, pela falta de modéstia, mas entendi que o fato deveria ser divulgado, mesmo porque não me vejo inteiramente responsável pelo sucesso, já que, primeiro, apenas venho seguindo os passos de meus ilustres antecessores mais recentes, desembargadores Getúlio Pinheiro e João Mariosi, e, depois, porque, sem os servidores ali lotados (alguns dos quais aqui presentes) e que desde o inicio estão comigo, incondicionalmente compromissados com o melhor desempenho do órgão, nada poderia eu sozinho realizar.
Senhor Presidente, somos, porém, uma única e grande família, cujo destino ora se acha nas mãos sensatas de Vossa Excelência. Mas, como membro da Administração e, principalmente, como juiz de carreira que aqui ingressou há mais de vinte sete anos, sinto-me imensamente feliz em compartilhar deste momento histórico, no qual se presta justa e merecida homenagem aos que fazem grande nosso Tribunal.
Parabéns, senhores homenageados. É de Vossas Senhorias a festa de hoje.