Desembargador Nívio Gonçalves por ocasião de sua aposentadoria
"Senhor Presidente,
Chegou a hora de despedir-me da Magistratura, a que servi com dedicação integral, amor intenso e radiante alegria, ao longo de mais de trinta anos de carreira. No desempenho dessa missão, procurei honrar a Instituição e cumprir com fidelidade o compromisso inicial de realização da Justiça.
Após tantos anos de lavor, deixo a toga com a consciência do dever cumprido, acreditando na grandeza e no futuro do Judiciário, em sua perenidade e importância, no Estado Democrático de Direito, bem como nas luminosas verdades eternas.
Friso que os percalços do caminho, próprios da nobre carreira, foram suplantados pelos momentos mais felizes, com força da fé cristã, do amor à família, do apoio dos companheiros autênticos e da compreensão dos homens de bem.
Manifesto confiança nos juízes do Distrito Federal, na subsistência de nossas mais puras tradições e na intangível continuidade do cumprimento da missão jurisdicional, para orgulho de nossa gente.
A todos com quem convivi nesse período - desembargadores, juízes, membros do Ministério Público, advogados, servidores, com agradecimento pela colaboração prestada, e reconheço a valiosa contribuição de cada um, na execução da árdua e sublime tarefa de julgar.
Aos Colegas do Pleno rendo homenagens com respeito e estima.
Desejo a Vossa Excelência e aos demais dirigentes do Tribunal - Desembargadores Dácio Vieira e Sérgio Bittencourt - profícua gestão, na certeza de que, com serena e competente liderança, o Judiciário da Capital da República saberá manter-se fiel às suas melhores tradições.
No adeus, evoco os versos do imortal Fernando Pessoa:
" E eu vou, e a luz do gládio
Erguido dá em minha face calma.
Cheio de Deus, não temo o que virá,
Pois, venha o que vier, nunca será
Maior do que a minha alma."
Com a mais alta estima e consideração.
Desembargador Nívio Geraldo Gonçalves
Chegou a hora de despedir-me da Magistratura, a que servi com dedicação integral, amor intenso e radiante alegria, ao longo de mais de trinta anos de carreira. No desempenho dessa missão, procurei honrar a Instituição e cumprir com fidelidade o compromisso inicial de realização da Justiça.
Após tantos anos de lavor, deixo a toga com a consciência do dever cumprido, acreditando na grandeza e no futuro do Judiciário, em sua perenidade e importância, no Estado Democrático de Direito, bem como nas luminosas verdades eternas.
Friso que os percalços do caminho, próprios da nobre carreira, foram suplantados pelos momentos mais felizes, com força da fé cristã, do amor à família, do apoio dos companheiros autênticos e da compreensão dos homens de bem.
Manifesto confiança nos juízes do Distrito Federal, na subsistência de nossas mais puras tradições e na intangível continuidade do cumprimento da missão jurisdicional, para orgulho de nossa gente.
A todos com quem convivi nesse período - desembargadores, juízes, membros do Ministério Público, advogados, servidores, com agradecimento pela colaboração prestada, e reconheço a valiosa contribuição de cada um, na execução da árdua e sublime tarefa de julgar.
Aos Colegas do Pleno rendo homenagens com respeito e estima.
Desejo a Vossa Excelência e aos demais dirigentes do Tribunal - Desembargadores Dácio Vieira e Sérgio Bittencourt - profícua gestão, na certeza de que, com serena e competente liderança, o Judiciário da Capital da República saberá manter-se fiel às suas melhores tradições.
No adeus, evoco os versos do imortal Fernando Pessoa:
" E eu vou, e a luz do gládio
Erguido dá em minha face calma.
Cheio de Deus, não temo o que virá,
Pois, venha o que vier, nunca será
Maior do que a minha alma."
Com a mais alta estima e consideração.
Desembargador Nívio Geraldo Gonçalves