Presidente do TJDFT, Des. Otávio Augusto Barbosa - Medalha de Cinqüenta Anos para Des. Estevam Maia
Medalha do Des. Estervam Maia - 50 anos de serviço público
Ao iniciarmos mais uma solenidade nesta Corte, eu gostaria de fazer uma pequena indagação. Por que alguns são diferenciados dos outros? Será a natureza ou será a índole?
Não posso acreditar que existam pessoas que apenas se sobressaiam ao acaso, pois quem contribui uma vida inteira em prol da coisa pública só pode ser havido como uma pessoa extraordinária.
Num tempo em que se percebe que muitos homens públicos desconhecem o significado da palavra República, nos enche de orgulho sabermos que por mais de cinqüenta anos alguém dedicou sua vida a res publica.
Um poema muito conhecido de todos, de autoria do dramaturgo alemão Bertold Brecht, que sintetiza o que pensamos de nosso homenageado:
"Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis"
Entre nós, há um homem que merece essa todas as glórias. Talvez por ter nascido no município de Glória, embora radicado em Pernambuco, o Des. Estevam Maia soube acrescentar à sua biografia a complacência de baiano com a dureza dos pernambucanos.
Quem ganha? Nós, cidadãos de Brasília, que passamos a contar com um Juiz digno e competente.
Em um mundo onde não há muita certeza, uma se impera: o Des. Estevam Maia é um exemplo a ser seguido.
O que faz um homem julgador de seus semelhantes? Independentemente da legitimação legal, há de se reconhecer que esse mister exige empenho e dedicação constantes, características inerentes à pessoa do homenageado, que certamente nasceu com o dom do bom julgador.
Para vivenciarmos isto, basta analisar o currículo do homenageado:
O Desembargador Estevam Carlos Lima Maia é natural de Glória, na Bahia, filho de Theodorico Pereira Maia e Antônia de Lima Maia.
Casou-se com Cléia Maria Paulo Maia, com quem teve a grata satisfação de trazer ao mundo seus três queridos filhos: Rafael, Leonardo e Alexandre.
Teve sua formação escolar e acadêmica dividida entre Pernambuco, Rio de Janeiro e Brasília, cidade que escolheu como residência desde março de 1962.
Foi procurador do INPS, exercendo de abril de 1978 a fevereiro de 1980 a Chefia da Equipe da Subprocuradoria dos Tribunais. Advogado atuante na área cível de 1972 a setembro de 1980, foi aprovado no Concurso Público para o cargo de Procurador Autárquico, recusando a nomeação para o Ministério da Guerra.
Apesar de aprovado e nomeado no concurso público para o cargo de Defensor Público do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, deixou de tomar posse devido à sua reclassificação como Procurador do INPS.
Quis o destino que o nosso homenageado envergasse a toga da Magistratura, sonho que se tornou realidade a partir de 15/09/1980, após a honrosa quarta colocação no concurso público realizado naquele ano.
Promovido a Juiz de Direito em 19/12/83, foi titular da 8ª Vara Cível, da 1ª Vara da Fazenda Pública e da 10ª Zona Eleitoral, chegando ao cargo de Desembargador em 12/05/1994.
No Tribunal, além de presidir a 4ª Turma Cível por duas vezes, bem como a 1ª Câmara Cível, integrou inúmeras bancas examinadoras do concurso público para o cargo de Juiz de Direito Substituto.
No campo da administração Superior, foi eleito Vice-Presidente deste Egrégio Tribunal para o biênio 2004/2006, exerceu o cargo de Vice-Presidente e Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal entre 2006/2008, vindo posteriormente a presidir aquela Corte entre maio e dezembro de 2008, quando, devido à proximidade da data em que completaria 70 anos de idade, requereu aposentadoria.
Como se vê, o Desembargador Estevam Maia teve a vida inteira dedicada a bem servir a sociedade. Ao reconhecermos que o Brasil respira hoje ares de austeridade, com equilíbrio econômico e desenvolvimento social constante, devemos enaltecer que somente com o esforço e dedicação de homens públicos do porte de Sua Excelência é que essa realidade está se tornando possível.
Por essa razão, eminente Desembargador, tomo a liberdade de encerrar essas breves palavras não com votos de felicidades e parabéns pela distinção honorífica personificada na Medalha de 50 Anos de Serviço Público, mas sim com uma manifestação humilde e sincera de agradecimento por tudo que Vossa Excelência produziu em prol de nosso país.
Muito obrigado!
Ao iniciarmos mais uma solenidade nesta Corte, eu gostaria de fazer uma pequena indagação. Por que alguns são diferenciados dos outros? Será a natureza ou será a índole?
Não posso acreditar que existam pessoas que apenas se sobressaiam ao acaso, pois quem contribui uma vida inteira em prol da coisa pública só pode ser havido como uma pessoa extraordinária.
Num tempo em que se percebe que muitos homens públicos desconhecem o significado da palavra República, nos enche de orgulho sabermos que por mais de cinqüenta anos alguém dedicou sua vida a res publica.
Um poema muito conhecido de todos, de autoria do dramaturgo alemão Bertold Brecht, que sintetiza o que pensamos de nosso homenageado:
"Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis"
Entre nós, há um homem que merece essa todas as glórias. Talvez por ter nascido no município de Glória, embora radicado em Pernambuco, o Des. Estevam Maia soube acrescentar à sua biografia a complacência de baiano com a dureza dos pernambucanos.
Quem ganha? Nós, cidadãos de Brasília, que passamos a contar com um Juiz digno e competente.
Em um mundo onde não há muita certeza, uma se impera: o Des. Estevam Maia é um exemplo a ser seguido.
O que faz um homem julgador de seus semelhantes? Independentemente da legitimação legal, há de se reconhecer que esse mister exige empenho e dedicação constantes, características inerentes à pessoa do homenageado, que certamente nasceu com o dom do bom julgador.
Para vivenciarmos isto, basta analisar o currículo do homenageado:
O Desembargador Estevam Carlos Lima Maia é natural de Glória, na Bahia, filho de Theodorico Pereira Maia e Antônia de Lima Maia.
Casou-se com Cléia Maria Paulo Maia, com quem teve a grata satisfação de trazer ao mundo seus três queridos filhos: Rafael, Leonardo e Alexandre.
Teve sua formação escolar e acadêmica dividida entre Pernambuco, Rio de Janeiro e Brasília, cidade que escolheu como residência desde março de 1962.
Foi procurador do INPS, exercendo de abril de 1978 a fevereiro de 1980 a Chefia da Equipe da Subprocuradoria dos Tribunais. Advogado atuante na área cível de 1972 a setembro de 1980, foi aprovado no Concurso Público para o cargo de Procurador Autárquico, recusando a nomeação para o Ministério da Guerra.
Apesar de aprovado e nomeado no concurso público para o cargo de Defensor Público do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, deixou de tomar posse devido à sua reclassificação como Procurador do INPS.
Quis o destino que o nosso homenageado envergasse a toga da Magistratura, sonho que se tornou realidade a partir de 15/09/1980, após a honrosa quarta colocação no concurso público realizado naquele ano.
Promovido a Juiz de Direito em 19/12/83, foi titular da 8ª Vara Cível, da 1ª Vara da Fazenda Pública e da 10ª Zona Eleitoral, chegando ao cargo de Desembargador em 12/05/1994.
No Tribunal, além de presidir a 4ª Turma Cível por duas vezes, bem como a 1ª Câmara Cível, integrou inúmeras bancas examinadoras do concurso público para o cargo de Juiz de Direito Substituto.
No campo da administração Superior, foi eleito Vice-Presidente deste Egrégio Tribunal para o biênio 2004/2006, exerceu o cargo de Vice-Presidente e Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal entre 2006/2008, vindo posteriormente a presidir aquela Corte entre maio e dezembro de 2008, quando, devido à proximidade da data em que completaria 70 anos de idade, requereu aposentadoria.
Como se vê, o Desembargador Estevam Maia teve a vida inteira dedicada a bem servir a sociedade. Ao reconhecermos que o Brasil respira hoje ares de austeridade, com equilíbrio econômico e desenvolvimento social constante, devemos enaltecer que somente com o esforço e dedicação de homens públicos do porte de Sua Excelência é que essa realidade está se tornando possível.
Por essa razão, eminente Desembargador, tomo a liberdade de encerrar essas breves palavras não com votos de felicidades e parabéns pela distinção honorífica personificada na Medalha de 50 Anos de Serviço Público, mas sim com uma manifestação humilde e sincera de agradecimento por tudo que Vossa Excelência produziu em prol de nosso país.
Muito obrigado!