Presidente do TJDFT, Des. Otávio Augusto Barbosa, na inauguração do Fórum Verde
Ao entregarmos hoje um novo Fórum, na semana em que a atual Administração Superior do TJDFT completa 1 ano de trabalho árduo e profícuo, fica a satisfação de estarmos cumprindo com a nossa obrigação.
Cumpre ao Tribunal o dever inarredável de proporcionar aos Magistrados e servidores mecanismos que auxiliem na prestação jurisdicional. A entrega de um imóvel dessa magnitude demonstra nosso compromisso com a melhoria das condições de trabalho de todos e a nossa incessante preocupação em facilitar o acesso à Justiça a quem dela necessita.
A inauguração de um novo Fórum, por si só, já seria motivo de indisfarçável regozijo. A alegria é muito maior pelo tipo de prédio que ora se entrega. Trata-se do primeiro prédio público do Poder Judiciário que pode e deve ser qualificado como ecologicamente correto.
Vivemos em um novo tempo. Há muito que o Mundo reclama por soluções que permitam que o desenvolvimento caminhe de mãos dadas com o conceito de sustentabilidade. O homem tem aprendido, às vezes com duras e tristes lições, que devemos respeitar a natureza. Inúmeras ações do ser humano agrediram o planeta. Não podemos, sob pena de ficarmos diante de conseqüências de ordem grave para toda a humanidade, continuar a ignorar a importância da preservação de nosso Habitat.
Neste sentido, com o coração repleto de incomensurável alegria, inauguramos nesta bonita tarde o Prédio Verde, ou melhor, o Fórum Desembargador Joaquim de Souza Neto. Cuida-se de homenagem franqueada pelo Tribunal Pleno, em memorável sessão ocorrida no dia 29 de março pretérito, quando se decidiu pela edição da Resolução nº 04/2011, a qual estabelece que os fóruns e unidades judiciárias inauguradas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios deverão homenagear os Magistrados Presidentes falecidos, por ordem de antiguidade, desde a primeira presidência.
Nosso homenageado foi um dos mais operosos ex-Presidentes do nosso Tribunal. Piauiense natural de Piracuruca, nasceu em 03 de outubro de 1916, filho de Manoel Joaquim e Maria Madalena de Souza. Cursou o ginásio no Colégio Militar do Estado do Ceará e o científico no Ginásio Parnaibano do Piauí, tendo se formado na tradicional Faculdade de Direito do Rio de Janeiro.
Souza Neto foi Promotor Público em seu estado natal durante cinco anos. Em 1947 ingressou na magistratura. No dia 16 de setembro de 1960, quando esta amada capital era ainda recém nascida, foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Atuou como Ministro convocado no extinto Tribunal Federal de Recursos. Foi Presidente desta augusta casa no biênio 66/68, tendo sido reeleito, faculdade então permitida.
Minhas senhoras, meus senhores: tenho certeza que, apesar de ter tido uma carreira tão exitosa, o Juiz Souza Neto não imaginaria que emprestaria seu nome a um dos mais importantes Fóruns de sua querida capital. Dar nome a uma casa que abrigará importantes Varas desta Circunscrição deve ser motivo de merecido orgulho e plena satisfação de seus familiares.
Aqui funcionarão as oito Varas de Fazenda Pública do Distrito Federal, bem como a Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário. Também acolhemos, com todo o carinho, a Defensoria Publica e o Ministério Público que atuam perante essas Unidades Judiciais. O prédio conta, ainda, com ampla infra-estrutura para abrigar as demais áreas administrativas que auxiliam no funcionamento da Justiça.
Esta administração sente-se honrada em poder disponibilizar para a sociedade do Distrito Federal um prédio tão moderno e de beleza única. É preciso lembrar que o conceito desta obra e o início de sua edificação foram empreendidos ainda na administração do Eminente Desembargador Nívio Gonçalves. Ao assumirmos o comando do Tribunal, traçamos como meta primordial a imediata conclusão de todas as obras anteriormente iniciadas, pois entendemos, como dito e repetido por inúmeras vezes, que todos os bons projetos devem ser continuados.
Aliás, de modo diverso não poderíamos agir, já que somos sabedores de que os indivíduos são passageiros, mas a instituição a qual servimos, esta sim, será sempre perene.
Desejo a todos os Magistrados e servidores que aqui labutarem possam ter um excelente ambiente de trabalho, tendo a certeza que exercem sua funções em um edifício que respeita o nosso Meio Ambiente, privilegiando o respeito á natureza sem perder de vista a necessidade de emprestar á sociedade instalações públicas condignas.
Ao encerrar esta solenidade, peço licença para citar uma frase do ativista norte-americano Martin Luther King, que com sua aguçada sensibilidade, sentenciou "Se soubesse que o Mundo se acaba amanhã, eu ainda hoje plantaria um árvore".
Senhores parentes do Desembargador Souza Neto, autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário aqui presentes, servidores, minhas senhoras e meus senhores: ao entregar mais um prédio que abriga nossa Justiça, homenageando um colega que nos deixou saudades, fica o compromisso de mantermos sempre viva nossa memória, pois, quem não cultua seu passado, não respeita o seu próprio futuro.
Pela presença de todos, o nosso muito obrigado!
Cumpre ao Tribunal o dever inarredável de proporcionar aos Magistrados e servidores mecanismos que auxiliem na prestação jurisdicional. A entrega de um imóvel dessa magnitude demonstra nosso compromisso com a melhoria das condições de trabalho de todos e a nossa incessante preocupação em facilitar o acesso à Justiça a quem dela necessita.
A inauguração de um novo Fórum, por si só, já seria motivo de indisfarçável regozijo. A alegria é muito maior pelo tipo de prédio que ora se entrega. Trata-se do primeiro prédio público do Poder Judiciário que pode e deve ser qualificado como ecologicamente correto.
Vivemos em um novo tempo. Há muito que o Mundo reclama por soluções que permitam que o desenvolvimento caminhe de mãos dadas com o conceito de sustentabilidade. O homem tem aprendido, às vezes com duras e tristes lições, que devemos respeitar a natureza. Inúmeras ações do ser humano agrediram o planeta. Não podemos, sob pena de ficarmos diante de conseqüências de ordem grave para toda a humanidade, continuar a ignorar a importância da preservação de nosso Habitat.
Neste sentido, com o coração repleto de incomensurável alegria, inauguramos nesta bonita tarde o Prédio Verde, ou melhor, o Fórum Desembargador Joaquim de Souza Neto. Cuida-se de homenagem franqueada pelo Tribunal Pleno, em memorável sessão ocorrida no dia 29 de março pretérito, quando se decidiu pela edição da Resolução nº 04/2011, a qual estabelece que os fóruns e unidades judiciárias inauguradas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios deverão homenagear os Magistrados Presidentes falecidos, por ordem de antiguidade, desde a primeira presidência.
Nosso homenageado foi um dos mais operosos ex-Presidentes do nosso Tribunal. Piauiense natural de Piracuruca, nasceu em 03 de outubro de 1916, filho de Manoel Joaquim e Maria Madalena de Souza. Cursou o ginásio no Colégio Militar do Estado do Ceará e o científico no Ginásio Parnaibano do Piauí, tendo se formado na tradicional Faculdade de Direito do Rio de Janeiro.
Souza Neto foi Promotor Público em seu estado natal durante cinco anos. Em 1947 ingressou na magistratura. No dia 16 de setembro de 1960, quando esta amada capital era ainda recém nascida, foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Atuou como Ministro convocado no extinto Tribunal Federal de Recursos. Foi Presidente desta augusta casa no biênio 66/68, tendo sido reeleito, faculdade então permitida.
Minhas senhoras, meus senhores: tenho certeza que, apesar de ter tido uma carreira tão exitosa, o Juiz Souza Neto não imaginaria que emprestaria seu nome a um dos mais importantes Fóruns de sua querida capital. Dar nome a uma casa que abrigará importantes Varas desta Circunscrição deve ser motivo de merecido orgulho e plena satisfação de seus familiares.
Aqui funcionarão as oito Varas de Fazenda Pública do Distrito Federal, bem como a Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário. Também acolhemos, com todo o carinho, a Defensoria Publica e o Ministério Público que atuam perante essas Unidades Judiciais. O prédio conta, ainda, com ampla infra-estrutura para abrigar as demais áreas administrativas que auxiliam no funcionamento da Justiça.
Esta administração sente-se honrada em poder disponibilizar para a sociedade do Distrito Federal um prédio tão moderno e de beleza única. É preciso lembrar que o conceito desta obra e o início de sua edificação foram empreendidos ainda na administração do Eminente Desembargador Nívio Gonçalves. Ao assumirmos o comando do Tribunal, traçamos como meta primordial a imediata conclusão de todas as obras anteriormente iniciadas, pois entendemos, como dito e repetido por inúmeras vezes, que todos os bons projetos devem ser continuados.
Aliás, de modo diverso não poderíamos agir, já que somos sabedores de que os indivíduos são passageiros, mas a instituição a qual servimos, esta sim, será sempre perene.
Desejo a todos os Magistrados e servidores que aqui labutarem possam ter um excelente ambiente de trabalho, tendo a certeza que exercem sua funções em um edifício que respeita o nosso Meio Ambiente, privilegiando o respeito á natureza sem perder de vista a necessidade de emprestar á sociedade instalações públicas condignas.
Ao encerrar esta solenidade, peço licença para citar uma frase do ativista norte-americano Martin Luther King, que com sua aguçada sensibilidade, sentenciou "Se soubesse que o Mundo se acaba amanhã, eu ainda hoje plantaria um árvore".
Senhores parentes do Desembargador Souza Neto, autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário aqui presentes, servidores, minhas senhoras e meus senhores: ao entregar mais um prédio que abriga nossa Justiça, homenageando um colega que nos deixou saudades, fica o compromisso de mantermos sempre viva nossa memória, pois, quem não cultua seu passado, não respeita o seu próprio futuro.
Pela presença de todos, o nosso muito obrigado!