Vice-Presidente do TJDFT, Des. Dácio Vieira, no VII Encontro do Colégio Permanente de Vice-Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil
Senhoras e Senhores,
O memorável encontro que estamos vivenciando hoje em terras Sergipanas nos trará a oportunidade e o prazer de ouvirmos as preciosas e sempre oportunas palavras do Excelentíssimo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto.
Tenho a honra e a satisfação de saudá-lo em nome deste Colégio Permanente, ao ensejo de tecer breves considerações antes de sua exposição neste memorável encontro.
Peço venia ao nosso querido e mais elevado par, integrante da Suprema Corte, renomado jurista e poeta, humanista que iremos ouvir - privilegiados pela segurança de suas palavras e verdadeiro sentimento de justiça - para, nesse desiderato, descortinar o desenho de um quadro que traga, em seus contornos, a imagem forte e de grande valia aos que observam a natureza e seus fenômenos de vida e de transformação.
De fato, aqui estamos todos, magistrados de longa caminhada, na busca perene pela melhoria do mister que exercemos. E como a crisálida do inseto que se transforma, nos recolhemos para uma detida reflexão sobre temas da maior relevância, visando fortalecer laços, estreitar convivências e criar pontes que permitam um salto rumo a plena qualidade do nosso mister: a pacificação social por meio da jurisdição.
Tal qual a larva no casulo, o certo é que a vida nos conduz a constantes transformações. Almejamos caminhos mais serenos e firmes, onde os jurisdicionados possam encontrar respostas que traduzam aquele ideal de justiça e comprometidas com a realidade da nação.
Vocacionados nesta árdua missão, estamos a procura de soluções céleres e eficazes, o que coloca cada um dos Vice-Presidentes aqui presentes na posição de ouvintes atentos às sempre oportunas e sábias palavras de nosso ilustre e expressiva referência o Exmo. Ministro Carlos Ayres Britto.
Homem de profundas reflexões sobre a funcionalidade do Poder Judiciário, nosso Ministro sempre nos proporciona posicionamentos valiosos, firmes, precisos e oportunos.
Ademais, seja na Cátedra, onde mestre em Direito do Estado e Doutor em Direito Constitucional, leciona desde a década de oitenta, seja na extensa contribuição doutrinária e jurisprudencial, Carlos Ayres Britto tem influenciado e continuará a influenciar, de maneira singular, didática como sempre, de forma determinante, gerações de pensadores do Direito de hoje e no porvir.
Assim, ouvi-lo neste colegiado será de todo oportuno, com uma estima singular nesta ocasião, tão especial, pois estamos em sua terra natal, o pequeno Estado de Sergipe, que na seara do Direito mostra-se grandioso e nesta dimensão já nos brindou com quatro Ministros do Superior Tribunal de Justiça e cinco Ministros do Supremo Tribunal Federal.
Suas palavras que se tornam indeléveis, Ministro Ayres, farão com que esses dias de reflexão e de definição de propósitos, sejam ainda mais proveitosos, um desafio que, por certo, nos conduzirá às alentadas mudanças que almejamos.
Tal qual o casulo outrora citado, precisamos nos permitir a visada transformação e, dessarte, alçar novos patamares neste universo restrito do Poder Judiciário. Afinal, como vaticinou um imortal da Academia Sergipana de Letras, nosso eminente convidado, o poeta Carlos Ayres Britto:
"Asas
Asas de pássaro,
Asas de borboleta,
Asas da imaginação.
Estas,
As mais leves de todas
E as que mais longe vão." (Varal de Borboletas. 2ª edição. editora fórum.p.23.)
Muito obrigado.
O memorável encontro que estamos vivenciando hoje em terras Sergipanas nos trará a oportunidade e o prazer de ouvirmos as preciosas e sempre oportunas palavras do Excelentíssimo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto.
Tenho a honra e a satisfação de saudá-lo em nome deste Colégio Permanente, ao ensejo de tecer breves considerações antes de sua exposição neste memorável encontro.
Peço venia ao nosso querido e mais elevado par, integrante da Suprema Corte, renomado jurista e poeta, humanista que iremos ouvir - privilegiados pela segurança de suas palavras e verdadeiro sentimento de justiça - para, nesse desiderato, descortinar o desenho de um quadro que traga, em seus contornos, a imagem forte e de grande valia aos que observam a natureza e seus fenômenos de vida e de transformação.
De fato, aqui estamos todos, magistrados de longa caminhada, na busca perene pela melhoria do mister que exercemos. E como a crisálida do inseto que se transforma, nos recolhemos para uma detida reflexão sobre temas da maior relevância, visando fortalecer laços, estreitar convivências e criar pontes que permitam um salto rumo a plena qualidade do nosso mister: a pacificação social por meio da jurisdição.
Tal qual a larva no casulo, o certo é que a vida nos conduz a constantes transformações. Almejamos caminhos mais serenos e firmes, onde os jurisdicionados possam encontrar respostas que traduzam aquele ideal de justiça e comprometidas com a realidade da nação.
Vocacionados nesta árdua missão, estamos a procura de soluções céleres e eficazes, o que coloca cada um dos Vice-Presidentes aqui presentes na posição de ouvintes atentos às sempre oportunas e sábias palavras de nosso ilustre e expressiva referência o Exmo. Ministro Carlos Ayres Britto.
Homem de profundas reflexões sobre a funcionalidade do Poder Judiciário, nosso Ministro sempre nos proporciona posicionamentos valiosos, firmes, precisos e oportunos.
Ademais, seja na Cátedra, onde mestre em Direito do Estado e Doutor em Direito Constitucional, leciona desde a década de oitenta, seja na extensa contribuição doutrinária e jurisprudencial, Carlos Ayres Britto tem influenciado e continuará a influenciar, de maneira singular, didática como sempre, de forma determinante, gerações de pensadores do Direito de hoje e no porvir.
Assim, ouvi-lo neste colegiado será de todo oportuno, com uma estima singular nesta ocasião, tão especial, pois estamos em sua terra natal, o pequeno Estado de Sergipe, que na seara do Direito mostra-se grandioso e nesta dimensão já nos brindou com quatro Ministros do Superior Tribunal de Justiça e cinco Ministros do Supremo Tribunal Federal.
Suas palavras que se tornam indeléveis, Ministro Ayres, farão com que esses dias de reflexão e de definição de propósitos, sejam ainda mais proveitosos, um desafio que, por certo, nos conduzirá às alentadas mudanças que almejamos.
Tal qual o casulo outrora citado, precisamos nos permitir a visada transformação e, dessarte, alçar novos patamares neste universo restrito do Poder Judiciário. Afinal, como vaticinou um imortal da Academia Sergipana de Letras, nosso eminente convidado, o poeta Carlos Ayres Britto:
"Asas
Asas de pássaro,
Asas de borboleta,
Asas da imaginação.
Estas,
As mais leves de todas
E as que mais longe vão." (Varal de Borboletas. 2ª edição. editora fórum.p.23.)
Muito obrigado.