Presidente do TJDFT, Des. João de Assis Mariosi - Solenidade de Posse do 2º Vice-Presidente, Des. Lecir Manoel da Luz
POSSE DO DESEMBARGADOR LECIR MANOEL DA LUZ COMO 2º VICE-PRESIDENTE DO TJDFT
Desembargador João Mariosi
Brasília, 15 de junho de 2012
Excelentíssimo Senhor Desembargador Lecir Manoel da Luz, na pessoa de quem saúdo todos os presentes.
É com orgulho que nos reunimos nesta noite para a posse do Desembargador Lecir como 2º Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
Este cargo, criado pela Lei de Organização Judiciária do Distrito Federal e dos Territórios, representa muito mais do que a expansão da estrutura organizacional da Administração Superior do TJDFT.
Significa, principalmente, o lugar institucional de onde advirá a coordenação da Justiça, ou seja, de todas as ações referentes à mediação, à conciliação e às soluções alternativas de conflitos de interesse na Justiça do Distrito Federal, empreendidas pelos juizados especiais, pelo Sistema Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos e pelo Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação, a fim de se alcançar a pacificação de contendas de maneira mais simplificada.
Nesse contexto, a escolha, pelo Tribunal, do Des. Lecir como 2º Vice-Presidente, mostrou-se correta, pois suas qualidades são justamente as que conduzem à harmonia entre os que convivem: o nosso segundo Vice-Presidente é um homem pacífico e conciliador. É um homem de personalidade afável, de simplicidade elegante, de caráter sincero.
Mineiro do município de Planura, situado no Triângulo Mineiro, menino ainda, sonhava em crescer também em conhecimento e sabedoria, e de tal maneira, que chegasse a ser o homem inteligente e ponderado que, hoje, sabemos, ele é.
Assim como nosso ilustre conterrâneo Carlos Drummond de Andrade, desde cedo aquele menino acreditou que o destino é um livro do qual nós próprios somos autores. Enfrentou muitos desafios, mas, de coragem em punho, escreveu a sua história. Diz Drummond: "O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho de sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o Aqui e o Agora."
Aos 16 anos, chegou a Brasília para trabalhar. Em novembro de 1959, foi admitido como contínuo do Banco do Estado de Goiás. Trabalhou, também, como escriturário do antigo DAE - Departamento de Água e Esgoto de Brasília, hoje CAESB. Ao mesmo tempo, estudava, e, em 1972, formou-se em Direito pelo Centro de Estudos Unificados de Brasília, CEUB.
Prestou concursos públicos, com sucesso, para Advogado do Banco Central e Delegado de Polícia da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Mas o destino que ele próprio determinava o conduziu, em 1980, ao Ministério Público do Distrito Federal, onde iniciou sua carreira como Defensor Público e foi promovido a Promotor e Procurador de Justiça. Trabalhamos juntos em Brazlândia no ano de 1983. As audiências eram feitas nas casas das partes por falta de acesso ao prédio do Fórum.
Pois bem, senhoras e senhores. O MPDFT representou o ponto de partida para a chegada do Dr. Lecir ao TJDFT. Em 17 de abril de 1998, tomou posse como desembargador ocupante de vaga destinada a membro daquela insigne instituição. Como afirmou Guimarães Rosa, "tudo muda no devagar depressa dos tempos". E nesse passar, as mudanças, para o Dr. Lecir, foram merecidamente presenteadas com êxito.
O decorrer dessa história, a partir daquele ponto, o TJDFT conhece e, neste momento, é com orgulho que faz uma retrospectiva da vida profissional de um homem que - seria destino, acaso ou coincidência? sabemos que não - possui o perfil ideal para ocupar, pela vez primeira nesta Casa da Justiça, o cargo de 2º Vice-Presidente do TJDFT.
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, parabéns pela nossa escolha e por essa nova estrutura administrativa.
Desembargador Lecir Manoel da Luz, parabéns por mais um desafio profissional. Temos certeza de que Vossa Excelência exercerá, com mestria, o cargo que agora ocupa. Do mesmo modo como escreveu, com sucesso, a história de sua vida. Termino parodiando Gonzaguinha: "Julgar e não ter a vergonha de ser Juiz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz".
Senhoras e senhores, o meu muito obrigado.
Desembargador João Mariosi
Brasília, 15 de junho de 2012
Excelentíssimo Senhor Desembargador Lecir Manoel da Luz, na pessoa de quem saúdo todos os presentes.
É com orgulho que nos reunimos nesta noite para a posse do Desembargador Lecir como 2º Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
Este cargo, criado pela Lei de Organização Judiciária do Distrito Federal e dos Territórios, representa muito mais do que a expansão da estrutura organizacional da Administração Superior do TJDFT.
Significa, principalmente, o lugar institucional de onde advirá a coordenação da Justiça, ou seja, de todas as ações referentes à mediação, à conciliação e às soluções alternativas de conflitos de interesse na Justiça do Distrito Federal, empreendidas pelos juizados especiais, pelo Sistema Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos e pelo Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação, a fim de se alcançar a pacificação de contendas de maneira mais simplificada.
Nesse contexto, a escolha, pelo Tribunal, do Des. Lecir como 2º Vice-Presidente, mostrou-se correta, pois suas qualidades são justamente as que conduzem à harmonia entre os que convivem: o nosso segundo Vice-Presidente é um homem pacífico e conciliador. É um homem de personalidade afável, de simplicidade elegante, de caráter sincero.
Mineiro do município de Planura, situado no Triângulo Mineiro, menino ainda, sonhava em crescer também em conhecimento e sabedoria, e de tal maneira, que chegasse a ser o homem inteligente e ponderado que, hoje, sabemos, ele é.
Assim como nosso ilustre conterrâneo Carlos Drummond de Andrade, desde cedo aquele menino acreditou que o destino é um livro do qual nós próprios somos autores. Enfrentou muitos desafios, mas, de coragem em punho, escreveu a sua história. Diz Drummond: "O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho de sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o Aqui e o Agora."
Aos 16 anos, chegou a Brasília para trabalhar. Em novembro de 1959, foi admitido como contínuo do Banco do Estado de Goiás. Trabalhou, também, como escriturário do antigo DAE - Departamento de Água e Esgoto de Brasília, hoje CAESB. Ao mesmo tempo, estudava, e, em 1972, formou-se em Direito pelo Centro de Estudos Unificados de Brasília, CEUB.
Prestou concursos públicos, com sucesso, para Advogado do Banco Central e Delegado de Polícia da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Mas o destino que ele próprio determinava o conduziu, em 1980, ao Ministério Público do Distrito Federal, onde iniciou sua carreira como Defensor Público e foi promovido a Promotor e Procurador de Justiça. Trabalhamos juntos em Brazlândia no ano de 1983. As audiências eram feitas nas casas das partes por falta de acesso ao prédio do Fórum.
Pois bem, senhoras e senhores. O MPDFT representou o ponto de partida para a chegada do Dr. Lecir ao TJDFT. Em 17 de abril de 1998, tomou posse como desembargador ocupante de vaga destinada a membro daquela insigne instituição. Como afirmou Guimarães Rosa, "tudo muda no devagar depressa dos tempos". E nesse passar, as mudanças, para o Dr. Lecir, foram merecidamente presenteadas com êxito.
O decorrer dessa história, a partir daquele ponto, o TJDFT conhece e, neste momento, é com orgulho que faz uma retrospectiva da vida profissional de um homem que - seria destino, acaso ou coincidência? sabemos que não - possui o perfil ideal para ocupar, pela vez primeira nesta Casa da Justiça, o cargo de 2º Vice-Presidente do TJDFT.
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, parabéns pela nossa escolha e por essa nova estrutura administrativa.
Desembargador Lecir Manoel da Luz, parabéns por mais um desafio profissional. Temos certeza de que Vossa Excelência exercerá, com mestria, o cargo que agora ocupa. Do mesmo modo como escreveu, com sucesso, a história de sua vida. Termino parodiando Gonzaguinha: "Julgar e não ter a vergonha de ser Juiz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz".
Senhoras e senhores, o meu muito obrigado.