Pronunciamento do Desembargador Roberval Casemiro Belinati, Primeiro Vice-Presidente do TJDFT, na abertura da exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra" – de autoria da artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH,
Pronunciamento do Desembargador Roberval Casemiro Belinati, Primeiro Vice-Presidente do TJDFT, na abertura da exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra" – de autoria da artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH, no Memorial TJDFT, em 27 de fevereiro de 2026, às 16 horas. Autoridades presentes, Senhoras e Senhores, Declaramos aberta a exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra”, da artista MARKOH, uma mostra que nos convida a desacelerar o olhar, a perceber o invisível e a refletir sobre aquilo que, embora nem sempre se imponha à visão imediata, deixa marcas profundas em nossa sensibilidade e em nossa memória. O Memorial do TJDFT é um espaço de preservação da história institucional do Judiciário da capital, mas é também — e cada vez mais — um lugar de encontro entre a Justiça e a cultura, entre a racionalidade do Direito e a sensibilidade da arte. Ao abrir suas portas para exposições como esta, o Tribunal reafirma seu compromisso com a valorização da expressão artística como instrumento de reflexão, humanização e diálogo com a sociedade. A exposição que hoje inauguramos traduz esse encontro. O próprio título — “O que os olhos não veem o inconsciente registra” — já nos provoca a reconhecer que nem tudo o que é essencial se revela de maneira explícita. Muitas vezes, é no movimento, na luz difusa, na cor em transformação e no instante efêmero que residem os significados mais profundos. A artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH, é uma criadora cuja trajetória se confunde com a própria experimentação artística. Carioca, radicada em Brasília desde os anos 1970, MARKOH construiu uma formação ampla e plural, no Brasil e no exterior, e fez da fotografia não apenas um meio de registro, mas uma linguagem artística autônoma, sensível e profundamente intuitiva. Sua obra se caracteriza pela fotografia cênica, pelo uso consciente do movimento, pelo diálogo com o efêmero e pela recusa do flash, escolhas que exigem técnica apurada, paciência e, sobretudo, um olhar atento ao instante que não se repete. As imagens que compõem esta exposição, produzidas com a técnica de longa exposição, no formato digital 20 por 30, não oferecem respostas prontas. Ao contrário, convidam cada visitante a construir sua própria interpretação, a partir de suas vivências, emoções e referências pessoais. MARKOH nos lembra que a arte não precisa se prender a estéticas fixas. Sua produção transita por diferentes vertentes, refletidas inclusive em seus perfis profissionais, e dialoga com a dança, o teatro, as pessoas, as viagens e os jogos de luz e cor. Essa pluralidade se revela nas obras expostas, que nos instigam a sentir antes mesmo de compreender. É motivo de orgulho para o TJDFT que esta exposição integre o calendário de lançamentos de livros e exposições de arte, iniciativa que reforça o papel do Memorial como espaço vivo, aberto à criação contemporânea e ao intercâmbio cultural. Ao prestigiar esta mostra, o Tribunal reafirma a convicção de que a Justiça não se constrói apenas por meio de normas, decisões e procedimentos, mas também pela capacidade de escuta, empatia e sensibilidade. A arte, nesse contexto, cumpre um papel fundamental: ela nos humaniza, amplia nosso olhar e nos convida a refletir sobre nós mesmos e sobre o mundo que nos cerca. Convido, portanto, todos e todas a visitarem esta exposição com tempo, atenção e abertura. Que cada fotografia aqui apresentada possa despertar questionamentos, emoções e novas percepções. Que possamos sair deste espaço não apenas informados, mas transformados — ainda que de maneira sutil — pela experiência estética que MARKOH generosamente compartilha conosco. Parabenizo a artista pela sensibilidade e pela qualidade de seu trabalho, agradeço à equipe do Memorial do TJDFT pelo empenho na realização desta mostra e registro minha satisfação em declarar oficialmente aberta a exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra”, que permanecerá em visitação até o dia 20 de março, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, neste espaço que é patrimônio cultural do nosso Tribunal. Sejam sempre bem-vindos ao Memorial do TJDFT. Muito obrigado. Desembargador ROBERVAL CASEMIRO BELINATI Primeiro Vice-Presidente do TJDFT
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Pronunciamento do Desembargador Roberval Casemiro Belinati, Primeiro Vice-Presidente do TJDFT, na abertura da exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra" – de autoria da artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH,
Pronunciamento do Desembargador Roberval Casemiro Belinati, Primeiro Vice-Presidente do TJDFT, na abertura da exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra" – de autoria da artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH, no Memorial TJDFT, em 27 de fevereiro de 2026, às 16 horas. Autoridades presentes, Senhoras e Senhores, Declaramos aberta a exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra”, da artista MARKOH, uma mostra que nos convida a desacelerar o olhar, a perceber o invisível e a refletir sobre aquilo que, embora nem sempre se imponha à visão imediata, deixa marcas profundas em nossa sensibilidade e em nossa memória. O Memorial do TJDFT é um espaço de preservação da história institucional do Judiciário da capital, mas é também — e cada vez mais — um lugar de encontro entre a Justiça e a cultura, entre a racionalidade do Direito e a sensibilidade da arte. Ao abrir suas portas para exposições como esta, o Tribunal reafirma seu compromisso com a valorização da expressão artística como instrumento de reflexão, humanização e diálogo com a sociedade. A exposição que hoje inauguramos traduz esse encontro. O próprio título — “O que os olhos não veem o inconsciente registra” — já nos provoca a reconhecer que nem tudo o que é essencial se revela de maneira explícita. Muitas vezes, é no movimento, na luz difusa, na cor em transformação e no instante efêmero que residem os significados mais profundos. A artista Márcia de Souza Coelho, conhecida como MARKOH, é uma criadora cuja trajetória se confunde com a própria experimentação artística. Carioca, radicada em Brasília desde os anos 1970, MARKOH construiu uma formação ampla e plural, no Brasil e no exterior, e fez da fotografia não apenas um meio de registro, mas uma linguagem artística autônoma, sensível e profundamente intuitiva. Sua obra se caracteriza pela fotografia cênica, pelo uso consciente do movimento, pelo diálogo com o efêmero e pela recusa do flash, escolhas que exigem técnica apurada, paciência e, sobretudo, um olhar atento ao instante que não se repete. As imagens que compõem esta exposição, produzidas com a técnica de longa exposição, no formato digital 20 por 30, não oferecem respostas prontas. Ao contrário, convidam cada visitante a construir sua própria interpretação, a partir de suas vivências, emoções e referências pessoais. MARKOH nos lembra que a arte não precisa se prender a estéticas fixas. Sua produção transita por diferentes vertentes, refletidas inclusive em seus perfis profissionais, e dialoga com a dança, o teatro, as pessoas, as viagens e os jogos de luz e cor. Essa pluralidade se revela nas obras expostas, que nos instigam a sentir antes mesmo de compreender. É motivo de orgulho para o TJDFT que esta exposição integre o calendário de lançamentos de livros e exposições de arte, iniciativa que reforça o papel do Memorial como espaço vivo, aberto à criação contemporânea e ao intercâmbio cultural. Ao prestigiar esta mostra, o Tribunal reafirma a convicção de que a Justiça não se constrói apenas por meio de normas, decisões e procedimentos, mas também pela capacidade de escuta, empatia e sensibilidade. A arte, nesse contexto, cumpre um papel fundamental: ela nos humaniza, amplia nosso olhar e nos convida a refletir sobre nós mesmos e sobre o mundo que nos cerca. Convido, portanto, todos e todas a visitarem esta exposição com tempo, atenção e abertura. Que cada fotografia aqui apresentada possa despertar questionamentos, emoções e novas percepções. Que possamos sair deste espaço não apenas informados, mas transformados — ainda que de maneira sutil — pela experiência estética que MARKOH generosamente compartilha conosco. Parabenizo a artista pela sensibilidade e pela qualidade de seu trabalho, agradeço à equipe do Memorial do TJDFT pelo empenho na realização desta mostra e registro minha satisfação em declarar oficialmente aberta a exposição “O que os olhos não veem o inconsciente registra”, que permanecerá em visitação até o dia 20 de março, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, neste espaço que é patrimônio cultural do nosso Tribunal. Sejam sempre bem-vindos ao Memorial do TJDFT. Muito obrigado. Desembargador ROBERVAL CASEMIRO BELINATI Primeiro Vice-Presidente do TJDFT
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