Ceilândia poderá contar com 90 agentes comunitários da Justiça
A partir de hoje, até o dia 10 de agosto, cento e cinco candidatos selecionados participarão de um curso de formação para agentes comunitários de Ceilândia. A expectativa é aumentar o número dos atuais 14 agentes que atuam naquela região administrativa para pelo menos 90. Portanto, a expectativa é de que pelo menos 76 candidatos concluam com aprovação o curso do qual estão participando.
Hoje, os agentes participaram de uma dinâmica de grupo, na qual se apresentaram uns aos outros. Na sequência, as Juízas Gláucia Foley e Carla Patrícia, coordenadoras do programa, falaram sobre a história do programa, quais os seus objetivos e como o programa é um importante instrumento para possibilitar o acesso à Justiça das pessoas que não têm condições de ir aos Fóruns buscar seus direitos.
Após as palestras, os candidatos conheceram os agentes que já atuam no programa. Eles apresentaram suas experiências no exercício da atividade voluntária como agente comunitário e responderam as perguntas dirigidas pelos alunos.
A partir da próxima semana, os candidatos serão divididos em duas turmas, que terão aulas duas vezes por semana, no Centro de Formação do Fórum de Taguatinga e no próprio Fórum de Ceilândia.
Os temas abordados no curso de formação são: Justiça na e da comunidade; Voluntariado e ética em Justiça Comunitária; Educação para os direitos humanos e cidadania; Redes sociais e mediação comunitária.
As aulas também terão simulações de casos resolvidos pelos agentes comunitários, para que os candidatos possam vivenciar da forma mais próxima do real as atividades que irão desempenhar em breve.
O Programa
O Programa Justiça Comunitária foi criado há 11 anos pelo TJDFT e tem contribuído para a democratização do acesso à Justiça por meio de métodos alternativos de solução de conflitos. Por meio do programa, são capacitados agentes comunitários, voluntários da própria região em que moram, para mediarem conflitos da sua comunidade. Esses agentes compartilham a linguagem e o código de valores locais, o que auxilia bastante o entendimento entre as partes e a resolução amigável do conflito. A iniciativa foi vencedora da 2ª edição do Prêmio Innovare, em 2005, na categoria Tribunal de Justiça, e tem sido apontada como referência nacional pelo Ministério da Justiça.
Hoje, os agentes participaram de uma dinâmica de grupo, na qual se apresentaram uns aos outros. Na sequência, as Juízas Gláucia Foley e Carla Patrícia, coordenadoras do programa, falaram sobre a história do programa, quais os seus objetivos e como o programa é um importante instrumento para possibilitar o acesso à Justiça das pessoas que não têm condições de ir aos Fóruns buscar seus direitos.
Após as palestras, os candidatos conheceram os agentes que já atuam no programa. Eles apresentaram suas experiências no exercício da atividade voluntária como agente comunitário e responderam as perguntas dirigidas pelos alunos.
A partir da próxima semana, os candidatos serão divididos em duas turmas, que terão aulas duas vezes por semana, no Centro de Formação do Fórum de Taguatinga e no próprio Fórum de Ceilândia.
Os temas abordados no curso de formação são: Justiça na e da comunidade; Voluntariado e ética em Justiça Comunitária; Educação para os direitos humanos e cidadania; Redes sociais e mediação comunitária.
As aulas também terão simulações de casos resolvidos pelos agentes comunitários, para que os candidatos possam vivenciar da forma mais próxima do real as atividades que irão desempenhar em breve.
O Programa
O Programa Justiça Comunitária foi criado há 11 anos pelo TJDFT e tem contribuído para a democratização do acesso à Justiça por meio de métodos alternativos de solução de conflitos. Por meio do programa, são capacitados agentes comunitários, voluntários da própria região em que moram, para mediarem conflitos da sua comunidade. Esses agentes compartilham a linguagem e o código de valores locais, o que auxilia bastante o entendimento entre as partes e a resolução amigável do conflito. A iniciativa foi vencedora da 2ª edição do Prêmio Innovare, em 2005, na categoria Tribunal de Justiça, e tem sido apontada como referência nacional pelo Ministério da Justiça.