TJDFT implanta Plano de Gestão de Resíduos Sólidos

por ACS — publicado 2012-09-13T14:50:00-03:00

O TJDFT inicia a implantação de um plano de Gestão de Resíduos Sólidos. O plano elaborado por empresa especializada, contratada para este fim, e o diagnóstico da coleta seletiva do órgão foram licitados pelo Tribunal, por meio da Secretaria Geral. A ação atende ao disposto na Lei de Resíduos Sólidos (Nº 12.305/2010). 

Os relatórios da empresa foram feitos a partir de vistorias em todos os prédios do Tribunal e os resultados apresentados identificaram que a coleta seletiva de resíduos sólidos (recicláveis) está consolidada no TJDFT, requerendo apenas alguns ajustes que já estão em fase de implantação. 

Entre as principais questões a serem enfrentadas está a sensibilização dos magistrados, servidores e terceirizados sobre a necessidade de redução da geração de resíduos e o descarte responsável – separação correta dos lixos “seco” e “molhado”.

Para se ter uma ideia da importância da boa gestão dos resíduos, os dados do IBGE apontam que cada brasileiro produz 1,1 kg de lixo em média por dia e são coletados no país 188,8 toneladas de resíduos sólidos
diariamente. Na metade dos municípios brasileiros, os resíduos ainda têm destino inadequado e dos 97% dos resíduos sólidos domésticos recolhidos, somente 12% são reciclados.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (Lei Nº 12.305, de 2010) disciplina a coleta, o destino final e o tratamento de resíduos urbanos, perigosos e industriais, entre outros. A lei estabelece metas importantes para o setor, como o fechamento dos lixões até 2014 (a parte dos resíduos que não puder ir para a reciclagem, os chamados rejeitos, só poderá ser destinada para os aterros sanitários); a elaboração de planos municipais de gestão de resíduos; e a implantação da logística reversa, que obriga a indústria a recolher os resíduos no final do ciclo de vida dos produtos.

Saiba como colaborar:

Separe – as lixeiras das mesas de trabalho são exclusivas para os resíduos recicláveis (papel e plástico). Os restos de alimentos, copos e outras embalagens contaminadas com líquidos devem ser descartados na lixeira do setor, própria ao lixo “molhado”.

Evite desperdícios - avalie a necessidade do consumo de materiais. Dê preferência à leitura na tela do computador e só imprima o que for necessário, utilizando o modo frente e verso. Destine os papéis usados somente de um lado para a SUGRA produzir blocos de rascunho (envie por malote).

Repense - Evite o uso de copos descartáveis, utilizando a caneca ecológica, ou o recipiente de sua preferência. O plástico demora cerca de 100 anos para ser eliminado da natureza.

Seja responsável – traga as pilhas e baterias usadas para o descarte nos recipientes apropriados, disponíveis nas portarias dos prédios do Tribunal. Estes materiais têm mercúrio, cádmio, chumbo, zinco-manganês e alcalino-manganês, substâncias danosas à saúde  e ao meio ambiente, que podem levar à anemia, a problemas neurológicos e ao desenvolvimento de câncer.

Ajude – A coleta seletiva do TJDFT é destinada ao sustento de cerca de 1800 famílias dos catadores associados da Central de Cooperativas de Catadores de Resíduos Reciclados do DF. Pense nisso na hora de fazer o descarte correto.

Evite a “e-mundície” – procure um posto de coletade resíduos eletrônicos na hora de descartar celulares, computadores e componentes. Este tipo de resíduo é danoso à saúde pública. 

E fique ligado: O artigo 172 do Código de Trânsito Brasileiro classifica como infração média o ato de atirar do veículo ou abandonar na via objetos, com previsão de multa! 

TJDFT: Nossa ação é Viver Direito!