TJDFT participa de seminário no CNJ para Valorização da Magistratura
O TJDFT marcou presença no seminário de consolidação do Programa Valorização: Juiz Valorizado, Justiça Completa, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça, nesta terça-feira (18/6), em Brasília. O seminário teve a finalidade de aprovar as proposições colhidas ao longo de 2012 junto a todos os tribunais do país, com o intuito de elaborar um plano para a valorização da magistratura e do Poder Judiciário. A ação comandada pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ foi coordenada pelo Conselheiro Lucio Munhoz.
O Programa Valorização da carreira da magistratura teve ínicio ano passado. Para sua execução foram realizados cinco encontros regionais durante todo o ano de 2012. Os encontros reuniram magistrados, representantes das presidências dos tribunais, corregedorias, escolas de magistratura, associações de juízes e assessorias de comunicação a fim de coletar propostas para a elaboração do plano nacional a ser elaborado e apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça.
O evento em Brasília, bastante concorrido, foi dividido em quatro painéis, as proposições foram agrupadas por tema de atuação, tendo como referência questões como: Mecanismo de Suporte e Apoio ao Trabalho Judicial; Produtividade e Qualidade da Jurisdição e Reconhecimento Institucional do Trabalho Judicial; Formação Ética e Teórico-Prática dos Magistrados e os Fins da Justiça e o Papel das Escolas na Valorização da Magistratura; a Visão do Judiciário e a Figura Pública do Magistrado na Sociedade: a participação do Magistrado em Ações Sociais e Comunicação dos Tribunais e dos Magistrados com a Sociedade.
Segundo o Conselheiro Lucio Munhoz o Programa e os encontros foram "altamente positivos", pois "todos os segmentos do Poder Judiciário refletiram sobre a atuação da Justiça e dos magistrados, assim como sobre a importância de desenvolver melhor relacionamento com a sociedade."
As propostas aprovadas nos encontros regionais foram votadas, uma a uma, nesta terça, com os devidos destaques. Agora serão encaminhadas com as orientações necessárias às associações de juízes, às escolas da magistratura, aos conselhos da magistratura, às corregedorias de Justiça e aos tribunais superiores. Algumas que dependem de um posicionamento do CNJ terão o devido encaminhamento no Órgão, esclareceu o Conselheiro Lucio Munhoz.