Juíza Gláucia Falsarella Foley é agraciada com medalha concedida pelo Ministério da Justiça

por TT/VS — publicado 2014-12-18T12:00:00-03:00

Juíza Gláucia Foley medalha MJ 2A juíza Gláucia Falsarella Foley, uma das coordenadora do Programa Justiça Comunitária do TJDFT, foi agraciada, nesta quinta-feira, 18/12, com a Medalha Nacional de Acesso à Justiça, concedida pelo Ministério da Justiça – MJ, por intermédio da Secretaria de Reforma do Judiciário. A cerimônia de entrega da medalha aconteceu nesta manhã, no Salão Negro do Ministério da Justiça. A condecoração é entregue àqueles que contribuíram para a melhoria do sistema judicial brasileiro.

Estiveram presentes na solenidade: o Presidente do STF, Ricardo Lewandovisk, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a Ministra do STJ e corregedora do CNJ, Fátima Nancy Andrigui,  o 2º Vice-Presidente do TJDFT, Waldir Leôncio, e o ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, entre outras autoridades.

A Medalha Nacional de Acesso à Justiça foi instituída pelo MJ, por meio da Portaria nº 2.167, de 31 de maio de 2013. A condecoração é conferida, anualmente, às pessoas físicas ou jurídicas que se distinguem pela prestação de contribuições relevantes para a promoção, ampliação e democratização do acesso à Justiça no Brasil.

A juíza do TJDFT ingressou na magistratura do Distrito Federal em 1998. Com uma carreira profissional e pessoal toda comprometida com a promoção da democratização do acesso à Justiça, atuou em varas cíveis e criminais, inclusive no Juizado Especial de Violência Doméstica e na Central Judicial do Idoso. Além disso, implementou e coordenou o Juizado Itinerante, instalado em um ônibus, para oferecer a prestação jurisdicional às comunidades pobres e violentas de algumas cidades satélites de Brasília.

A magistrada atua, desde 2000, como coordenadora do Programa Justiça Comunitária do TJDFT, que promove inclusão social e empoderamento das comunidades por meio de atividades desenvolvidas por agentes comunitários como educação para os direitos, mediação comunitária e articulação de redes sociais.

A juíza do TJDFT já foi convidada a coordenar oficinas para partilhar experiências em diversos locais, desde favelas em processo de pacificação no Rio de Janeiro, em cooperação com a Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, até em um diálogo sobre Justiça Comunitária, promovido pelo PNUD em Cabul, no Afeganistão. A magistrada conta com vários artigos e livros publicados.

Também foram agraciadas na categoria juiz: a ministra Fátima Nancy, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, e a desembargadora do TJAM, Sueli Pini.