Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

TJDFT recebe representantes do TRT da Paraíba para conhecer o sistema de conciliação

por ACS — publicado 28/05/2014

O Tribunal de Justiça do DF e Territórios – TJDFT recebeu na tarde desta quarta-feira, 28/5, comitiva do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (TRT/13ª Região) formada pela juíza Coordenadora do Núcleo de Conciliação – NUCON, Nayara Queiroz Mota de Sousa, pelo juiz auxiliar do Núcleo, Carlos Hindemburg de Figueiredo e pela Coordenadora-Administrativa do Setor, Anna Waléria Maux. Eles vieram conhecer o sistema de conciliação e mediação instalado no TJDFT.

Inicialmente, visitaram o Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação do TJDFT – NUPEMEC e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Brasília – CEJUSC/BSB, no Fórum de Brasília, ocasião em que foram recepcionados pela juíza Coordenadora do NUPEMEC, Luciana Yuki, pela Supervisora do CEJUSC/BSB, Marinurze Marra e pelas servidoras Ellen Piedade e Ildejane Gomes. Após uma proveitosa conversa sobre o trabalho de conciliação do TJDFT, assistiram a um vídeo trazido pelos visitantes sobre o modelo de conciliação humanista implantado no TRT da 13ª Região.

Na sequência, foram ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania dos Juizados Especiais Cíveis de Brasília – CEJUSC-JEC/BSB, no Fórum José Júlio Leal Fagundes. Durante as conversas com o juiz Coordenador do CEJUSC-JEC/BSB, Dr. Ricardo Faustini Baglioli, a juíza Coordenadora do NUCON da Paraíba, elogiou o espaço e a estrutura de conciliação do TJDFT. Segundo ela, vai assimilar o que o TJDFT tem de melhor no quesito conciliação para implantar lá e crescer. “Trabalhamos no TRT da Paraíba com o modelo de conciliação humanista, baseada nos ensinamentos de Carl Rogers. É uma metodologia com foco na psicologia humanista, que habilita o conciliador como facilitador do diálogo. Durante a sessão, cria-se um clima propício ao acordo e ao consenso. A metodologia é baseada na autenticidade, na empatia e na aceitação do outro para que as escolhas e decisões na audiência de conciliação sejam tomadas de forma voluntária e responsável. A conciliação é o caminho mais justo e célere para resolver os conflitos”, concluiu.

Ao final, o juiz Coordenador do CEJUSC-JEC/BSB, Ricardo Fautini, disse que o TJDFT pretende ampliar sua estrutura de conciliação para outras circunscrições, não só para desafogar o Judiciário, mas também para crescer em qualidade. “Este ano, se Deus quiser, vamos instalar o CEJUSC/Ceilândia”, concluiu.