Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Juiz do TJDFT destaca atuação do DF no enfrentamento à violência contra a mulher

por TT — publicado 09/06/2015

Entrevista foi publicada no site da Secretaria de Políticas para as Mulheres

A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – SPM-PR publicou, nesta terça-feira, 9/6, no site institucional, entrevista com o juiz do TJDFT Ben-Hur Viza sobre a Casa da Mulher Brasileira de Brasília, inaugurada na última terça-feira, 2/6. O magistrado é coordenador do Centro Judiciário de Resolução de Conflitos e Cidadania da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar – CJM/DF, que contará com instalações na Casa.

A Casa da Mulher Brasileira faz parte do programa Mulher, Viver sem Violência da SPM-PR. O objetivo é facilitar o acesso e prestar um atendimento humanizado às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, reunindo em um só lugar serviços especializados de natureza jurídica, psicológica, administrativa e de segurança como juizados, o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Delegacia da Mulher. A Casa de Brasília é a segunda do país, a primeira foi construída em Campo Grande. O programa prevê a construção de unidades em todos os 27 estados brasileiros.

Na entrevista, o juiz do TJDFT Ben-Hur Viza, destaca a atuação do Distrito Federal no enfrentamento à violência contra a mulher com a implementação das medidas protetivas eletrônicas (on line) e a Delegacia da Mulher do DF – Deam, considerada a melhor do país, segundo o magistrado. O juiz explica que o TJDFT atuará na Casa por meio do Centro Judiciário da Mulher – CJM, cujas instalações estão localizadas no bloco laranja. “O CJM será responsável pela interlocução dos serviços disponíveis na Casa da Mulher com o Tribunal, e participará das atividades coordenadas e desenvolvidas no local. Entre suas atribuições, o CJM acompanhará as medidas protetivas de urgência requeridas na Casa e encaminhadas aos juizados competentes, via distribuição integrada, prestando as informações cabíveis”. Para o magistrado, “a Casa da Mulher Brasileira vai agilizar ainda mais os processos, possibilitando uma sintonia maior dos órgãos que atuam na proteção à mulher”.

Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui.