Vídeo do TJDFT mostra como interagir com pessoas surdas

por SB — publicado 2018-09-19T09:00:00-03:00

imagem com fundo verde e ilustrações de diversas pessoas com deficiência. Texto: Inclusão, em seu aspecto atitudinal, depende também de você. Faça sua parte. Dando prosseguimento aos vídeos produzidos pelo TJDFT para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, 21/9, você assistirá hoje ao vídeo intitulado “Lidando com pessoas surdas”. Seguindo o lema “Nada sobre nós sem nós”, o TJDFT atendeu uma sugestão de servidores com deficiência, no sentido de produzir um material por meio do qual fossem trazidas informações e dicas para ampliar e simplificar o convívio de pessoas com e sem deficiência. Este é o segundo de quatro vídeos e, como os outros, foi elaborado basicamente a partir de informações trazidas por alguns dos 272 servidores do TJDFT com deficiência. Para assistir, clique aqui. Para baixar o conteúdo em PDF, clique aqui.

Decreto 5.626/2005, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, explica em seu artigo 2º que “considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras” (grifo nosso).

O TJDFT instituiu, em 2009, o Núcleo de Inclusão por meio da Portaria GPR 811/09. Subordinada diretamente à Presidência da Casa, a unidade foi criada com a responsabilidade de planejar, implementar e promover ações integradas no sentido de viabilizar a efetiva inclusão da pessoa com deficiência. Em junho de 2015, pela Portaria Conjunta 63/2015, o Tribunal regulamentou seu Programa de Inclusão que passou a ser coordenado pela Comissão Multidisciplinar de Inclusão composta por dois juízes, pelo Núcleo de Inclusão, por outros nove setores da casa e também por servidores efetivos ocupantes de vaga reservada às pessoas com deficiência.

Assista ao vídeo anterior:

Lidando com pessoas com deficiência

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