Programa Superendividados do TJDFT é destaque na Rede Globo
A juíza Caroline Santos Lima, titular do Cejusc-Super do TJDFT, participou do quadro “No Fim das Contas”, exibido nessa terça-feira, 3/12, no jornal DF1, da Rede Globo, destacando o trabalho desenvolvido pelo Programa Superendividados do Tribunal. A reportagem falou sobre a questão das pessoas endividadas que, no desespero de quitarem suas dívidas, acabam fazendo qualquer tipo de negociação, às vezes, insustentável, o que pode acabar comprometendo ainda mais seu orçamento. Para assistir à matéria, clique aqui.
Para que isso não aconteça, o programa destacou que faz-se necessária a ajuda profissional para resolver o problema, que pode vir tanto do TJDFT, por meio do Programa Superendividados, quanto da Defensoria Pública de Defesa do Consumidor. A juíza Caroline afirma que o programa do TJDFT “exige um comprometimento, uma vinculação". Ela diz que o CEJUSC-Super recebe uma média de 100 pedidos de inscrições por mês, e mais de 5.400 pessoas já buscaram ajuda por meio do Programa, que inclui educação financeira, orientação psicossocial e, por fim, a negociação com os credores, que, inclusive, a juíza afirma que se a negociação não for vantajosa para o endividado, ela não homologa e diz porque não está homologando.
Cejusc/Super
Vinculado à 2ª Vice-Presidência do TJDFT, tem como objetivo a prevenção, o tratamento e a resolução de conflitos envolvendo consumidores em situação de superendividamento. O serviço é gratuito e atende todos os cidadãos do DF. Para participar, basta enviar e-mail para super@tjdft.jus.br, com nome completo, CPF, endereço e telefones para contato.
Na frente de trabalho “Prevenção”, o CEJUSC/Super promove palestras e mesas-redondas gratuitas que estimulam o público a compreender a relação entre consumo, poupança e crédito, avaliando opções para administração de seus recursos financeiros de maneira consciente e identificando alternativas de resolução amigável de conflitos financeiros. As iniciativas visam ainda colocar em pauta, de forma crítica, a temática Superendividamento, para, assim, fomentar uma discussão prospectiva das causas e impactos do fenômeno no âmbito social.
Por meio da frente "Tratamento", são realizadas oficinas de educação financeira, orientação individualizada e iniciativas psicossociais (grupos temáticos e orientação psicossocial individualizada, conforme o interesse), que ajudam o consumidor a encontrar e reparar a origem da situação de superendividamento e o deixa mais capacitado para as sessões de conciliação com os credores.