Magistrados do TJRJ conhecem o funcionamento do PJe do TJDFT
Nessa quarta-feira, 3/7, o Presidente do TJDFT, desembargador Romão C. Oliveira, recebeu em seu gabinete o desembargador Nagib Salibi Filho e a juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi, ambos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – TJRJ, que vieram conhecer o funcionamento do Processo Judicial eletrônico – PJe no TJDFT. No encontro, também estavam presentes o desembargador do TJDFT Rômulo de Araújo Mendes, o coordenador da CGTI, Luiz Fernando Serique Júnior, e a subsecretária do Processo Judicial eletrônico, Vanessa Rocha.
Na ocasião, os visitantes quiseram saber sobre a estratégia de implantação do PJe no TJDFT, principalmente depois da versão 2.1, que marcou a entrada do módulo PJe – Criminal. Eles também foram informados sobre algumas funcionalidades do PJe, como editor de texto, as formas de publicação de atos processuais, cadastro de empresas e de advogados.
A equipe do Tribunal apresentou aos magistrados cariocas os números que o PJe já alcançou no TJDFT, como a quantidade de digitalizações, distribuições e a implantação no 2º grau. Também foram apresentados os sistemas de apoio desenvolvidos para suprir necessidades não atendidas pelo PJe, como o sistema Central Eletrônica de Mandados - CEMAN e o Portal PJe .
No encontro, o coordenador da CGTI reiterou a disponibilidade da equipe do TI do TJDFT receber equipes técnicas do TJRJ para a troca de experiências e apoio no ingresso daquele Tribunal no PJe do CNJ.
Desde março deste ano, o TJDFT promove força-tarefa para digitalizar 100% do acervo físico e inserí-lo no PJe. Atualmente, mais de um milhão de processos tramitam via sistema PJe, que será implementado em todo Tribunal até setembro. Na última sexta-feira, 28/6, o Tribunal atingiu 41% da meta, superando a marca de 200 mil autos digitalizados.
O TJDFT também desenvolveu o Módulo Criminal da versão 2.1 do PJe, disponibilizada pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ a todos os tribunais do país, em fevereiro deste ano. Com essa versão, o sistema deixou de ser indivisível e passou a funcionar em formato de plataforma digital que pode absorver módulos desenvolvidos separadamente, com atenção às atribuições de cada usuário e de acordo com o ramo da Justiça. O formato traz como grande vantagem a celeridade processual, principalmente durante a fase de instrução dos autos.