Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Desembargador do TJDFT participa de encontro de diretores de escolas de magistratura em Minas Gerais

por CS — publicado 14/06/2019

O desembargador do TJDFT George Lopes Leite, diretor da Escola de Formação Judiciária Ministro Luiz Vicente Cernicchiaro, participa, hoje e amanhã, 14 e 15/6, do 48º Encontro do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), que acontece no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em Belo Horizonte. O evento discute a articulação de boas práticas jurisdicionais e define planos de trabalho para a capacitação dos magistrados brasileiros.

Na tarde desta sexta-feira, 14/6, o desembargador vai ministrar palestra sobre o uso terapêutico do THC (tetrahidrocanabinol), sob a ótica dos aspectos jurídicos. Entre os demais temas tratados no encontro, estão questões como inteligência artificial, com trabalhos já sendo implantados em Minas, Tocantins e Pernambuco.

Também presente no encontro, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha destacou a importância do evento para o planejamento das estratégias de formação e aperfeiçoamento dos magistrados do país. “Neste momento em que é exigida uma conduta ética dos magistrados, o evento destaca a preocupação da magistratura com a formação dos juízes e servidores. Apesar da autonomia dos estados brasileiros e levando em consideração o tamanho geográfico do país, não podemos esquecer que a Justiça é nacional. Precisamos transcender os interesses regionais, para pensar na formação de juízes de padrão nacional”, disse ele.

Para o presidente do Copedem, desembargador Marco Villas Boas, encontros como este possibilitam a troca de experiências e conhecimentos entre os magistrados, de forma a melhor atender os juriscionados e toda a sociedade: “Buscando beber de várias fontes do conhecimento, das experiências de cada escola judicial, é que buscamos aproximar as academias judiciais em torno de projetos bem sucedidos, para melhorar a vida das pessoas, garantindo direitos fundamentais, principalmente no que diz respeito à facilidade de acesso às vias judiciais e à eficácia da jurisdição”, reiterou.

Com informações do TJMG.