Presidente do TJDFT empossa Juíza de Direito Substituta

por AB — publicado 2019-05-10T18:55:00-03:00

Presidente do TJDFT empossa Juíza de Direito SubstitutaO Presidente do TJDFT, desembargador Romão C. Oliveira, deu posse na tarde desta sexta-feira, 10/5, à candidata Nayrene Souza Ribeiro da Costa, aprovada no XLIII Concurso para Juiz Substituto da Justiça do Distrito Federal e Territórios e nomeada conforme a Portaria GPR 643/2019. A cerimônia ocorreu na Sala de Sessões do 2º andar do Palácio da Justiça e dela também participaram a 1ª Vice-Presidente do TJDFT, desembargadora Sandra De Santis; a 2ª Vice-Presidente, desembargadora Ana Maria Amarante Brito; o Corregedor da Justiça do DF, desembargador Humberto Ulhôa; o desembargador Diaulas Ribeiro; o Presidente da Amagis/DF, juiz Fábio Esteves; familiares e convidados da magistrada.

Natural de Itaúna (MG), Nayrene Souza Ribeiro da Costa tem 29 anos e desde 2015 exercia o cargo de Defensora Pública da União, na cidade de Campinas (SP). Pós-graduada em Direito Administrativo pela Universidade Cândido Mendes, em Campos dos Goytacazes (RJ), foi escrivã no cartório da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, atuou como docente e exerceu o cargo de Defensora Pública em Recife (PE), Bagé (RS) e Manaus(AM), conhecendo, assim, diferentes realidades do nosso Brasil.

Após a empossada prestar juramento e assinar o Termo de Posse, o desembargador Romão explicou que apesar de atualmente o Regimento Interno não prever discursos – nem para o empossado, nem para a autoridade que conduz o ato – faria uso da palavra, uma vez que “a Presidência tem o dever de lhe comunicar que, a partir desse instante, Vossa Excelência não mais SE pertence. Ao assinar o Termo de Posse de magistrado, nós nos despimos de grande parte da nossa existência e passamos à condição de agentes do Estado. (...) Enquanto magistrados nós somos seguidores do Direito. Somos o Estado falante através do Direito”.

O Presidente ainda relatou algumas experiências pessoais e de outros magistrados no exercício do cargo, e ressaltou que o juiz deve estar permanentemente em atividade, 24 horas por dia, para bem cumprir seu papel e servir a sociedade. Finalizou dando as boas-vindas à nova magistrada e desejando-lhe: “Espero que a senhora seja muito feliz exercendo a magistratura, com espírito público de atender ao jurisdicionado seja qual for a hora, seja qual for o dia”.

Foto: Daniel Coelho - NBastian/Divulgação TJDFT