Central do Idoso apoia programa de envelhecimento do Ministério dos Direitos Humanos

por SB — publicado 2019-03-26T14:20:00-03:00

Central do Idoso é parceira em programa do Ministério dos Direitos HumanosA Central Judicial do Idoso - CJI realizou reunião, na última sexta-feira, 22/3, com vistas a elaborar um termo de cooperação para apoiar o Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos - SNDPI /MMFDH.

A reunião contou com a participação da 2ª Vice-Presidente do TJDFT, desembargadora Ana Maria Duarte Amarante Brito; do Secretário da SNDPI /MMFDH, Antônio Fernandes Toninho Costa; do Subsecretário Direitos Humanos do GDF, Juvenal Araújo; e da professora Margô Karnikowski, que é coordenadora da Universidade do Envelhecer: UniSER – Arte de Viver, da Universidade de Brasília - UniSER/UnB. Estiveram presentes também a juíza Monize Marques, a defensora pública Bianca Cobucci Rosière e a promotora de justiça Maércia Correia de Mello, coordenadoras da CJI.

Na ocasião, foi abordada também a inauguração da primeira unidade do Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável, do MMFDH, que, no Distrito Federal conta com a parceria do GDF, da UniSER/UnB e da CJI. A inauguração do programa será na próxima sexta-feira, 29/3, às 11h, no Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU, que fica na QNR2 de Ceilândia/DF. O objetivo do Programa é “fortalecer a política pública do idoso”, explica o secretário Toninho Costa. De acordo com o MMFDH, a iniciativa pretende “ser referência no processo de otimização de oportunidades para inclusão digital e social da pessoa idosa, além de potencializar as habilidades, contribuindo para a preservação da autonomia e do protagonismo das pessoas com 60 anos ou mais”.

A escolha de Ceilândia para iniciar o Programa deveu-se à estatística apresentada pela Central Judicial do Idoso, no Mapa da Violência Contra a Pessoa Idosa no Distrito Federal. O documento, elaborado pela CJI, mostra que, entre as regiões administrativas do DF, Ceilândia tem o maior índice de registros de casos de violência contra pessoas nessa faixa etária, o que equivale a quase 17% dos casos. Os interessados em participar do Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável podem se inscrever, a partir de sexta-feira, 29/3, no Centro de Artes e Esportes Unificados de Ceilândia.

Central Judicial do Idoso

A Central Judicial do Idoso - CJI atua há onze anos em defesa dos direitos dessas pessoas, em conformidade com o Estatuto do Idoso. Projeto pioneiro do TJDFT, do Ministério Público do DF e da Defensoria Pública, a Central é um serviço interdisciplinar destinado a atender pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, do Distrito Federal, que tenham seus direitos ameaçados ou violados e que necessitem de orientação e atendimento na esfera da Justiça.

Entre seus principais objetivos da CJI estão o de garantir a efetiva aplicação do Estatuto do Idoso, prover a comunidade do DF de informações, promover a articulação com instituições para atendimento das demandas existentes e assessorar autoridades competentes. A Central atende ao público das 12h às 18h, no Fórum de Brasília, Bloco B, 4º andar, entre as alas A e B. O telefone da CJI é 3103-7609. Para saber mais sobre a Central Judicial do Idoso, clique aqui.

Com informações do MMFDH