TJDFT normatiza princípios de Auditoria Interna e atende diretrizes do CNJ

por ACS — publicado 2020-08-14T11:22:00-03:00

O TJDFT instituiu, por meio das Resoluções 6/2020 e 7/2020, respectivamente, o Código de Conduta Ética da Auditoria Interna do TJDFT e o Estatuto de Auditoria Interna. As normas disponibilizadas no DJe, desta quinta-feira, 13/8, atendem determinação contida na Resolução 309/2020 do CNJ, que  aprovou as diretrizes técnicas das atividades de auditoria interna governamental do Poder Judiciário.

As referidas Resoluções estabelecem princípios, conceitos e requisitos fundamentais para a prática profissional da atividade de auditoria interna no Judiciário do DF, em aderência aos padrões internacionais de auditoria, visando ainda promover a padronização e a busca da excelência nos métodos, critérios, conceitos ou sistemas utilizados na atividade de auditoria nos órgãos ligados ao CNJ.

Uma vez que a auditoria visa auxiliar a organização no alcance dos objetivos estratégicos, adotando uma abordagem sistemática e disciplinada para a avaliação e melhoria da eficácia dos processos de gerenciamento de riscos, de controle, e de governança corporativa, a padronização dos procedimento se apresenta como uma boa-prática fundamental para o alcance de tais objetivos.

Importante ressaltar que o Código de Ética de Auditoria Interna do TJDFT encontra-se totalmente alinhado à Política de Integridade recém estabelecida pela Casa, compondo, assim, o arcabouço normativo de princípios e condutas éticas esperadas dos auditores internos no exercício de seu mister institucional, pautadas na integridade; proficiência e zelo profissional;  autonomia técnica e objetividade; respeito, integridade e idoneidade; aderência às normas legais; atuação objetiva e isenta; e honestidade.

A Política de Integridade do TJDFT foi instituída pela Resolução 4/2020 e traz diretrizes que vão nortear a elaboração do Programa de Integridade do Tribunal, um conjunto de ações a serem implementadas com o objetivo de prevenir, detectar, corrigir e monitorar as áreas suscetíveis a desvios, corrupções e atos ilícitos praticados contra a Administração Pública.

Clique aqui para acessar o inteiro teor da Resolução 6/200 e aqui para o inteiro teor da Resolução 7/2020.

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