Centro de Inteligência da Justiça do DF é destaque em matéria no site do CNJ

por ACS — publicado 2020-12-14T11:05:51-03:00

Screen Shot 2020-12-14 at 10.39.37.jpgO trabalho inovador do Centro de Inteligência da Justiça do Distrito Federal – CIJDF que, que usa a tecnologia com base na Inteligência Artificial – IA e métodos inovadores de identificação das origens dos diferentes conflitos repetitivos, foi destaque em reportagem publicada na última sexta-feira, 11/12, no site do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

Intitulada “Centros de Inteligência racionalizam métodos para resolver demandas repetitivas na Justiça”, a matéria tratou da criação de Centros de Inteligência na Justiça Federal, que buscam mapear as grandes demandas repetitivas e de massa que tramitam pelo Brasil e identificar soluções comuns que possam decidir milhares de casos semelhantes. Em outubro deste ano, o CNJ criou o Centro de Inteligência do Poder Judiciário – CIPJ e a rede de Centros de Inteligência do Poder Judiciário para coordenar e orientar o esforço de gestão judiciária contra a judicialização excessiva.

O Centro de Inteligência da Justiça do Distrito Federal, criado em junho deste ano, faz o uso de tecnologia baseada em Inteligência Artificial para identificar a origem das diferentes demandas e classificá-las por grupos temáticos, divididos por ramo do direito e matéria em discussão. O CIJDF opera de forma colaborativa, recebendo sugestões da sociedade, de setores do próprio TJDFT e de instituições integrantes do sistema de Justiça. 

Também na última sexta-feira, 11/12, o Presidente do TJDFT, Desembargador Romeu Gonzaga Neiva, e a Defensora Pública Geral do DF, Maria José de Napólis, assinaram Termo de Cooperação Técnica, com o objetivo de somar esforços na promoção de ações de interesse comum para prevenir litígios, promover a desjudicialização, evitar demandas repetitivas e incentivar a conciliação.

Ouvida pela reportagem, a Juíza Luciana Sorrentino, coordenadora do CIJDF, falou sobre o Termo firmado com a DPDF.“No acordo firmado com a Defensoria Pública do Distrito Federal, por exemplo, há previsão de estratégias para fomentar a elaboração de normas internas, orientações e súmulas administrativas que recomendem o não ajuizamento de ações ou interposições de recursos, quando contrários à jurisprudência sedimentadas pelo TJDFT e pelos tribunais superiores, observando a independência funcional de seus membros. Temos a intenção de estender tais tratativas a outros órgãos públicos e, posteriormente, às instituições privadas que configuram como maiores demandantes perante o TJDFT”, afirmou. 

Clique aqui para ler a matéria publicada no site do CNJ e para saber mais sobre o Centro de Inteligência do Poder Judiciário – CIPJ e sobre as atividades de outros centros de inteligência no monitoramento das demandas judiciais e o gerenciamento de precedentes. 

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