Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Juíza do TJDFT publica artigo sobre Oficina da Parentalidade Prateada

por ACS — publicado 24/06/2022

Audiodescrição: Capa da Revista CNJ. Aparece a balança da justiça entre ícones diversos.A Revista Eletrônica do CNJ publicou, em seu volume 6,nº1 de 2022, o artigo Oficina da Parentalidade Prateada - Uma porta de acesso à Justiça, de autoria da Juíza do TJDF Monize Marques, uma das coordenadoras da Central Judicial do Idoso (CJI), e do professor  Vicente Paulo Alves, da Universidade Católica de Brasília. Clique aqui para ler o artigo.

O trabalho apresenta um modelo de oficina, nominado Oficina da Parentalidade Prateada, que amplia o conceito de parentalidade trabalhado pelo CNJ. A pesquisa realizada pretendeu verificar de que modo a CJI poderia sensibilizar famílias em conflito, ampliando o acesso à Justiça. O artigo discorre sobre os conflitos familiares que envolvem pessoa idosa, sobre a resolução adequada de conflitos como meio de acesso à Justiça, a mediação como um caminho de solução de conflitos baseado no diálogo, e a experiência da CJI. Propõe ainda  uma Oficina como instrumento de promoção de Justiça com o objetivo de facilitar o diálogo por meio da comunicação não violenta.

Os autores

Monize Marques é Juíza do TJDFT e Coordenadora da Central Judicial do Idoso desde 2012 e do 2º Núcleo Virtual de Mediação e Conciliação do Tribunal. É Especialista em Direito Processual Civil e Mestre em Gerontologia.

Vicente Paulo Alves é Doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília.

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