TJDFT+simples é destaque em eventos no Judiciário e Legislativo

Nessa quarta-feira, 26/10, o TJDFT+simples, projeto que une Linguagem Simples e Direito Visual, foi apresentado na live “Direito Visual” realizada pela Escola da Câmara Municipal de Belo Horizonte/MG. O evento foi transmitido pelo Youtube e contou com a participação da servidora Adelyse Lopes, do Laboratório de Inovação Aurora.
A transmissão, aberta ao público, faz parte de uma série de lives voltadas aos servidores do órgão mineiro sobre comunicação pública e simplificação da linguagem, entre outros. Na ocasião, a servidora do Aurora apresentou a evolução e aprendizados do uso de linguagem simples e direito visual no TJDFT, bem como algumas peças de comunicação desenvolvidas na Casa, como os novos modelos de mandados cíveis.
Em sua fala, Adelyse também chamou atenção para a acessibilidade dos documentos. Nesse sentido, destacou que utilizar recursos visuais pode representar uma barreira para pessoas que fazem uso de leitores de tela e que melhorias surgem do contato com o público, seja ele interno ou externo ao serviço público.
Além da servidora, também palestraram Juliana Justo, doutora em Direito Processual Civil, professora universitária e coautora do e-book Visual Law, o design em prol do aprimoramento da advocacia, que falou sobre design jurídico no legislativo; e Maria Luiza Gonçalves, procuradora da Câmara de Belo Horizonte.
TJBA
No dia 13 de outubro, o TJDFT+simples também compôs a programação do seminário “Linguagem Simples e Direito Visual”, realizado pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA). O objetivo foi promover reflexões sobre os benefícios da implantação da técnica na Casa. O evento foi realizado de forma híbrida e também contou com a participação on-line da representante do Aurora, Adelyse Lopes.
A abertura do evento foi feita pelo Presidente do TJBA, Desembargador Nilson Soares Castelo Branco, que destacou que palavras rebuscadas, extravagantes, parágrafos longos, frases redundantes, entre outros, desviam a Justiça do cidadão. Em seu pronunciamento, o Presidente relatou situações em que o “juridiquês” atrapalhou a comunicação e concluiu dizendo que “o importante é sempre partirmos do pressuposto de que nosso interlocutor não possui necessariamente o mesmo nível de compreensão de um assunto, nem a mesma intimidade com uma modalidade de texto que nos parece tão cotidiano ou trivial”.
A programação do evento contou, ainda, com falas de Flávio Avelino Novaes, servidor do TJBA, que apresentou o panorama do fortalecimento da relação institucional entre o Poder Judiciário e a sociedade por meio da linguagem simples; e de Kelle Catiane Nascimento Pereira sobre a importância da coesão e da coerência no processo de construção da Linguagem Simples.