Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

TJDFT atinge 98,08% no Ranking da Transparência do Poder Judiciário em 2022

por ACS — publicado 08/09/2022

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou o Ranking da Transparência do Poder Judiciário em 2022, no último dia 1º/9, durante a 2ª Reunião Preparatória para o 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário. O documento aponta que o TJDFT atendeu 98,08% dos itens do referido ranking, ficando na 20ª posição entre os 93 tribunais do país e na 8ª posição entre os tribunais de justiça estaduais. 

O TJDFT ficou atrás apenas dos Tribunais de Justiça do Amapá, Bahia, Goiás, Piauí, Roraima, Mato Grosso e Pernambuco. De todas as Cortes de Justiça do país, 14 dividem a primeira colocação geral do referido ranking, por terem cumprido 100% dos itens exigidos pela premiação do CNJ. Além do prêmio em suas respectivas categorias, todos receberam menção honrosa. 

Acesse o resultado final de todos os tribunais e conselhos do Brasil. 

Ranking de Transparência 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editou a Portaria n. 106 de 31 de março de 2022 para divulgar os critérios de avaliação e pontuação a serem utilizados na elaboração da quinta edição do Ranking da Transparência do Poder Judiciário – ano 2022. O Ranking, instituído pela Resolução CNJ n. 260/2018, é realizado anualmente e busca valorizar os tribunais e conselhos que mais se destacam no fornecimento de informação de forma clara e organizada. 

Os itens sob avaliação estão distribuídos em nove temas compostos por 84 perguntas, como por exemplo, se os órgãos publicam: os objetivos estratégicos, metas e indicadores; os levantamentos estatísticos sobre a atuação do órgão; o calendário das sessões colegiadas; a ata das sessões dos órgãos colegiados; o campo denominado ‘Serviço de Informações ao Cidadão’ na página inicial; informações sobre licitações e contratos, entre outros. 

Os tribunais e conselhos receberam, por meio de ofício, o link e a senha para acesso ao questionário eletrônico. As informações repassadas foram analisadas pela equipe técnica do CNJ.