Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Desembargador do TJDFT Romão Cícero lança livro no dia 17 de março

por ACS — publicado 06/03/2023

Audiodescrição: arte de divulgação do coquetel de lançamento do livro Fragmentos Interlúdios e Ipês de autoria do Desembargador Romão Cícero de Oliveira em tons de verde. A capa do livro contém ilustração de um ipê amarelo. A foto do magistrado aparece ao lado de sua obra. O evento será realizado no dia 17 de março, às 17h, no Espaço Flamboyant, localizado no 10º andar do bloco A do Fórum de Brasília. Os exemplares do livro serão trocados por 2 quilos de alimentos não perecíveis, destinados à Rede Solidária Anjos do Amanhã. Logotipo do TJDFT.O Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Romão Cícero de Oliveira lança, no próximo dia 17 de março, o livro "Fragmentos Interlúdios e Ipês ou o Labor do Sexto Dia". O evento será realizado, às 17h, no Espaço Flamboyant, localizado no 10º andar do Bloco A, do Fórum de Brasília. 

Segundo o advogado Luis Carlos Alcoforado,  o poeta, escritor e pensador Romão Cícero, autor da obra literária, envolve-se na narrativa ao “cruzar o mundo, na companhia dos seres animados e inanimados dos Reinos. A leitura é deliciosa, rica em cultura regional, nacional e mundial, principalmente aquela que veio com os europeus e com nossos irmãos africanos, para aqui encontrar o índio, o verdadeiro povo da terra”. 

Os exemplares do livro serão trocados por 2 kg de alimentos não perecíveis, exceto sal e açúcar, que serão destinados à Rede Solidária Anjos do Amanhã da VIJ-DF.

Apresentação 

A obra é apresentada pelo Juiz Auxiliar da 2ª Vice-Presidência do TJDFT,  Paulo Giordano, que destaca a sabedoria do Desembargador autor, como “alguém que sempre se caracterizou, na vida pública de magistrado exemplar, pelo zelo implacável com a discrição, comedimento e objetividade”. Confira, abaixo, um trecho da apresentação da obra "Fragmentos Interlúdios e Ipês ou o Labor do Sexto Dia": 

“Sim, ao lado do homem prudente, que possivelmente teve que refrear emoções em nome do bom exercício do ofício que escolheu, ao lado do tecelão a quem nem sempre era dado utilizar a lançadeira do tear, sempre esteve conservado o pendor artístico, calibrado pela conjugação de crenças e experiências. 

Acessar, ainda que apenas fragmentos, o pensamento de figura tão ímpar, é um convite à reflexão, regalo ao qual certamente devemos nos entregar sem interlúdios. A universalidade do texto fará com que nos reportemos a sensações mui familiares, e consequentemente prazerosas, bem como, sobretudo, conduzirá a justificável expectativa de serem partilhadas novas experiências, ainda guardadas no baú de anotações do autor, em algum lugar da Chapada de Borborema”. 

Juiz de Direito Paulo Rogério Santos Giordano