Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Serviço Família Acolhedora é tema de matéria da TV Globo

por NC — publicado 08/03/2024

Imagem da mão de um bebê coberto por um pano. Abaixo está escrito Família Acolhedora: crianças ficam em lares temporários em vez de abrigos. Ao lado, logo da TV Globo e do programa DF1.O Família Acolhedora, serviço criado para as famílias que acolhem temporariamente em suas próprias casas crianças ou adolescentes afastados da família de origem em razão de ameaça ou violação de seus direitos, foi tema de matéria veiculada pela TV Globo, no DFTV 1ª edição do dia 2/3.

A emissora acompanhou palestra de capacitação para famílias interessadas em prestar o serviço, entrevistou uma família acolhedora e uma representante do Grupo Aconchego, entidade responsável pelo programa no DF, que conta com a parceria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes).

O acolhimento familiar é uma medida de proteção prevista no artigo 101 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e uma alternativa ao acolhimento institucional. No DF, o acolhimento é determinado pela 1ª Vara da Infância e da Juventude (1ª VIJ). Além de excepcional, essa medida é provisória, ou seja, a criança só fica no acolhimento até poder retornar à sua família biológica ou ser encaminhada a uma família substituta por meio da adoção.

“A gente fica muito preocupada com o que vai dar, o que vai passar. Só que, no final, a gente entende que ganha muito mais do que tem para dar. É uma bênção”, afirmou Bianca Queiroz, mãe acolhedora, à TV Globo. “Cada criança tem uma personalidade. O amadurecimento pra gente é muito grande também”, completou Fábio Iorio, pai acolhedor. O casal acolhe crianças pelo programa há cinco anos.

A reportagem destacou os requisitos necessários para alguém se tornar família acolhedora:

  • Residir no Distrito Federal.
  • Ser maior de 18 anos.
  • Não ter a intenção de adotar e nem estar no cadastro de adoção.
  • Ter disponibilidade afetiva e emocional.
  • Ter habilidade e condições de saúde para cuidar de uma criança ou adolescente.
  • Não ter antecedentes criminais.
  • Ter a concordância de todos os membros da família que compartilham do mesmo lar.
  • Passar por entrevista, visita domiciliar, avaliações e capacitação.

O programa aceita todas as configurações familiares, incluindo pessoas solteiras. Para se inscrever ou tirar dúvidas sobre o Família Acolhedora, entre em contato com o Aconchego pelos telefones 3963-5049 e 99166-2649 ou pelo e-mail familiaacolhedora.aconchego@gmail.com. 

Confira a íntegra da reportagem.