Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

1º vice-presidente do TJDFT prestigia posse dos novos ministros do TSE

por SECOM — publicado 06/08/2025

Ministro Floriano de Azevedo Marques, ministra Estela Aranha e desembargador Roberval BelinatiO 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), desembargador Roberval Belinati, representou a Corte na solenidade de posse dos novos ministros efetivos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizada na noite dessa terça-feira (5/8). Tomaram posse, na classe dos juristas, os ministros Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.

A cerimônia, conduzida pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ocorreu no Plenário da Corte e contou com a presença de autoridades dos Três Poderes da República. Os dois ministros já haviam sido empossados em sessão administrativa na última sexta-feira, 1º/8, e agora foram oficialmente reconduzidos perante o Plenário.

Durante a solenidade, a ministra Cármen Lúcia destacou a trajetória dos empossados. Segundo ela, o ministro Floriano de Azevedo Marques possui uma longa e respeitada carreira acadêmica, sendo professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), e já exerceu o cargo de ministro do TSE por dois anos com brilhantismo e dedicação. A ministra Estela Aranha, por sua vez, é especialista em direitos digitais, tendo atuado como assessora da Presidência do TSE e como diretora de Direitos Digitais no Ministério da Justiça.

O desembargador Roberval Belinati elogiou a nomeação dos novos ministros e ressaltou sua competência e experiência: “Os dois juristas empossados são altamente qualificados e certamente contribuirão de forma significativa para o fortalecimento da Justiça Eleitoral brasileira”.

Com vasta atuação na área, Belinati também acumula experiência na Justiça Eleitoral. Atuou como juiz eleitoral e presidiu o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) no biênio 2022–2024, período em que coordenou as eleições gerais no Distrito Federal. À época, o DF registrou o menor índice de abstenção eleitoral do país, um reflexo do alto engajamento cívico da população.