“Minha vaidade é ser um bom profissional”, afirma desembargador Maurício Miranda em gravação do História Oral

Natural de Brasília/DF, Maurício Miranda nasceu em 1965. Filho de agricultores do estado de Goiás, foi o primeiro da família a conquistar um diploma de ensino superior. Cursou simultaneamente Direito na Universidade de Brasília (UnB) e Economia no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). É mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília (UCB) e atuou como professor de Direito Penal por mais de 15 anos em diversas instituições de ensino da capital.
Sua trajetória profissional começou aos 21 anos, com ingresso no Ministério Público de Goiás (MPGO). Em 1991, assumiu o cargo de promotor de Justiça no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), onde atuou por mais de três décadas. Nesse período, participou de mais de mil julgamentos no Tribunal do Júri, sendo reconhecido como um dos promotores mais destacados da cidade.

Em 2023, Maurício Miranda tomou posse como desembargador do TJDFT. Atualmente, integra a 7ª Turma Cível e a 1ª Câmara Cível. Ao comentar sua atuação na área cível, declarou: “É uma nova fase da minha vida, que me obriga a estudar e me dá a possibilidade de continuar contribuindo com a sociedade. Meu objetivo é manter a qualidade, e para isso conto com uma equipe muito competente”.
Participaram da gravação: Jovaldo Rodrigues, assessor da 1ª vice-presidência; Gabriela Peñaloza, secretária da Gestão da Informação e do Conhecimento; Antonio Luis Rodrigues Alves, coordenandor de Custódia e Preservação da Memória Institucional; Vanessa de Souza Dias Rocha, titular do Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional e servidores(as).
Veja as fotos da entrevista no Flickr do TJDFT.
Programa História Oral

Os depoimentos trazem um pouco da história do órgão desde a sua instalação, em 1960, até os dias de hoje, e visa manter viva a história do Judiciário da capital do país. As entrevistas estão disponíveis na Página do Memorial TJDFT.
A desembargadora Maria Thereza Braga Haynes foi a idealizadora e responsável pela implantação do programa em 2008. Mesmo após se aposentar em 1991, contribuiu ativamente para a preservação da memória institucional, com dedicação exemplar e a gravação de 25 entrevistas.
Em 2014, o programa foi retomado, dando continuidade ao registro da trajetória da Justiça no Distrito Federal e nos Territórios. Na atual gestão (2024–2026), a iniciativa foi reafirmada como uma das prioridades da 1ª Vice-Presidência, sob a liderança do desembargador Roberval Belinati, com a realização de novos depoimentos que resgatam e valorizam a história do Tribunal.