Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
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Heptacampeão: TJDFT conquista selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade
por RB —publicado02/12/2025
Pela sétima vez consecutiva, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) recebeu o Prêmio CNJ de Qualidade na categoria Diamante, a mais alta distinção concedida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais brasileiros. O troféu foi entregue ao juiz auxiliar da Presidência, Eduardo Rosas, que representou o presidente do TJDFT, desembargador Waldir Leôncio Júnior. A cerimônia ocorreu nesta terça-feira, 2/12, durante o 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Florianópolis/SC.
O TJDFT alcançou 86,8% dos requisitos estabelecidos, garantindo a pontuação necessária para figurar entre os órgãos mais bem avaliados do país. Foram analisados quatro eixos: Governança, Produtividade, Transparência e Dados e Tecnologia. Neste, o TJDFT obteve índice de 100%.
Para o presidente do TJDFT, receber pela sétima vez consecutivao selo diamante é um motivo de orgulho. O magistrado agradeceu a todos que trabalharam para que o Tribunal conquistasse o prêmio.
"Esta conquista não é apenas um distintivo de excelência.É a expressão da maturidade institucional, da governança responsável, da cultura de resultados e da dedicação exemplar de magistrados, servidores e colaboradores que constroem diariamente um Tribunal comprometido com a sociedade. Agradeço a cada um que contribuiu para essa grande vitória. Somos todos excelências”, afirmou.
O corregedor da Justiça do DF, desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa, destacou que o prêmio “demonstra a coesão do nosso Tribunal e o esforço conjuntode magistrados(as) e de servidores(as)”. O desembargador ressaltou que esse esforço “vem há muito tempo”, uma vez que se trata da 7ª conquista seguida.
Metas Nacionais 2026
Além da entrega do Prêmio CNJ de Qualidade, o segundo dia do encontro discutiu a Estratégia Nacional do Poder Judiciário, com a definição das metas nacionais para 2026 e dos macrodesafios para o período 2027-2032.
Para o próximo ano, além da Meta 1: julgar mais processos do que os distribuídos, foram aprovadas: a Meta 2: Julgar processos antigos; Meta 3: Estimular a conciliação; Meta 4: Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a Administração Pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais; Meta 5: Reduzir a taxa de congestionamento; Meta 6: Impulsionar os processos de ações ambientais; Meta 7: Priorizar o julgamento dos processos relacionados aos direitos das comunidades indígenas, quilombolas e aos crimes de racismo e injúria racial; Meta 8: Priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres; Meta 9: Estimular a inovação no Poder Judiciário e a Meta 10: Promover os direitos da criança e do adolescente.
Também participaram do encontro: o juiz auxiliar da Corregedoria, João Marcos Guimarães Silva, o secretário-geral, Celso de Oliveira, o secretário de Planejamento, Governança e Gestão Estratégica, Victor Abreu, e o assessor de Gestão de Desenvolvimento Organizacional da Secretaria-Geral, Hernani Tavares, e a secretária de Comunicação Social, Renata Brandão.
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