Servidora do TJDFT fala sobre perfis de adoção em reportagem da TV Justiça

Em sua fala, a assessora apresenta razões para o porquê de ainda haver crianças e adolescentes que aguardam por um lar no país, uma vez que o número de famílias habilitadas é muito superior ao de menores cadastrados para adoção. "Há uma disparidade entre o perfil pretendido pelas famílias e o das crianças e adolescentes do cadastro", explica. O veículo apresenta que a maior parte dos pretendentes procura bebês ou crianças pequenas, sem irmãos e sem doenças.
A servidora ressalta, no entanto, que deve haver uma reflexão para a escolha do perfil, para garantir que a família tenha capacidade de atender às demandas das crianças e adolescentes acolhidos. "Não é interessante que a família se disponha a acolher qualquer perfil, qualquer idade, sem que tenha condições para isso. A pior consequência disso é acolher a criança e depois devolvê-la para a instituição de acolhimento".
O percurso para maior abertura do perfil desejado pelas famílias também foi lembrado pela assessora. Ela destacou o trabalho desempenhado pelas varas da infância nesse sentido, a exemplo do esforço de reflexão feito com pretendentes à adoção no DF quanto à possível expansão do perfil de filhos, realizado durante a fase de preparação para a adoção. Para ela, isso já tem repercutido em mudanças.
A reportagem traz ainda histórias de famílias que adotaram e apresenta o Sistema Nacional de Adoção (SNA), criado para unificar informações sobre crianças que aguardam pelo acolhimento e famílias que esperam pelos filhos.
Assista à reportagem completa.