Presidente do TJDFT aborda implementação da IA generativa em artigo publicado no Metrópoles

Intitulado “TJDFT na vanguarda da inteligência artificial generativa: inovação voltada para o cidadão”, o artigo fala sobre a implementação institucional da Inteligência Artificial Generativa (IAG). Em janeiro, o Tribunal firmou parceria com a Microsoft e adotou o Copilot 365, assistente de inteligência artificial integrado aos aplicativos da Microsoft. A iniciativa faz parte integrante do Programa de Transformação Digital (PTD).
No texto, o presidente do TJDFT lembra que a ferramenta “utiliza modelos de linguagem avançados (GPT-4o) associados a agentes de IA para auxiliar magistrados e servidores na elaboração de relatórios, minutas e documentos processuais”. “O conceito de agente de IA refere-se a soluções que podem realizar tarefas complexas e específicas de forma mais autônoma, ao interagir com fontes de dados diversas”, explica.
Waldir Leôncio Júnior cita alguns dos agentes de IA que foram desenvolvidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal em parceria com servidores (as) das unidades judiciárias. Esses agentes, de acordo com o artigo assinado pelo presidente do TJDFT, passaram por validação antes de entrarem em produção. “Essa abordagem assegura uma participação direta tanto na concepção quanto na aplicação das ferramentas, que operam sempre sob a supervisão dos magistrados, ao preservar o controle humano e a responsabilidade sobre as decisões judiciais”, afirma.
O magistrado ressalta, ainda, que “o TJDFT tem um grande compromisso com o uso responsável da inteligência artificial”. “Isso envolve a aderência estrita às diretrizes e resoluções vigentes sobre ética, transparência e governança na aplicação da IA”, completa.
Para o presidente do TJDFT, “a inteligência artificial se consolida como uma poderosa aliada do Poder Judiciário na busca por modernização”. “A utilização da IA, pautada pela ética, transparência e sob supervisão humana, continuará sendo uma ferramenta para aprimorar continuamente a prestação jurisdicional, mas o foco final permanece no cidadão, a fim de garantir que a Justiça seja entregue de forma mais eficiente, equitativa e célere”, finaliza.