Projeto do TJDFT é reconhecido como boa prática de sustentabilidade pelo CNJ
O Painel de custos e sistema de gestão de leiautes e reformas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e integra o Portal de Boas Práticas do Poder Judiciário. A iniciativa faz parte do eixo sustentabilidade e meio ambiente do guia.
Desenvolvida pela equipe da Coordenadoria de Gestão e Ocupação Predial (COGOP/SEAP), a prática consiste em um painel interativo que permite a visualização, a segmentação e a análise detalhada dos custos associados às alterações de leiaute e reformas realizadas na Casa a partir de 2021. É possível ter acesso a informações como custos totais, médias por demanda e por metro quadrado (m²), abrangendo serviços, materiais empregados, mão de obra alocada e patrimônio imobilizado.
Junto com o painel, foi desenvolvido também um aplicativo de gestão das demandas de leiautes e reformas. Nele, a equipe realiza o cadastramento das demandas aprovadas e atualiza os dados. O aplicativo funciona, ainda, como um repositório de projetos.
Um dos principais resultados alcançados com a prática foi a ampliação da transparência e da visibilidade dos custos relacionados a obras internas. Isso porque o painel permite que seja feita uma análise rápida, consolidada e comparativa tendo como base indicadores padronizados.
“As informações geradas passaram a ser facilmente acessadas pelos setores envolvidos e pela Alta Administração, contribuindo para o aprimoramento da gestão. A eficiência proporcionada pelo Painel reforça o entendimento de que sustentabilidade, processos e pessoas devem caminhar de forma integrada para a construção de uma organização pública mais resiliente, ágil e sustentável”, explica a coordenadora de projetos Gestão Estratégica e Sustentabilidade, Clara Barradas.
O reconhecimento da prática pelo CNJ reflete o trabalho técnico, contínuo e comprometido das equipes do TJDFT. A inscrição da prática foi realizada em 2024 e submetida à apreciação do Plenário do CNJ. Após aprovação, a prática foi publicada no Portal de Boas Práticas compondo o eixo temático da sustentabilidade.
A ação também está alinhada ao Plano de Logística Sustentável do Tribunal 2021/2026, no eixo temático “reformas e edificações”.