Laboratório de Inovação do TJDFT premia vencedores do concurso Aurora de Ideias

“Toda transformação começa com uma faísca” afirmou o gestor do Aurora, Ariovaldo Furtado. Ao todo, foram apresentadas 43 propostas enviadas por servidoras(es) e magistradas(os), em uma demonstração de empenho, criatividade e compromisso com a inovação institucional. Cada uma das propostas apresentadas carrega valor próprio e representa diferentes perspectivas sobre como aprimorar práticas e processos no TJDFT.
Na primeira fase, foram selecionadas seis propostas, encaminhadas à votação popular. 532 votos ajudaram a destacar as três propostas finalistas, que seguiram para a última fase de votação qualificada: "Audiência tranquila", de autoria da servidora Renata Estelles Gantois; “Conecta audiência", do juiz David Pereira e dos servidores Gabriel Freitas Angst, Filipe de Sousa Lima e Erika Mantovani de Paiva Conti e o "Programa de treinamento e abordagem empática e não revitimização para Oficiais de Justiça", do oficial de justiça Erismar Souza Freitas Filho.

Francisco Oliveira, juiz auxiliar da Presidência e coordenador do Laboratório de Inovação Aurora, afirmou que “cada iniciativa que passa por aqui, carrega o DNA de quem acredita que é possível transformar o serviço público com criatividade, sensibilidade e comprometimento. Parabenizo o Laboratório por sua criação e por ser a primeira luz que nos inspira a seguir em frente”, referindo-se aos cinco anos de criação do Laboratório.
A decisão final foi tomada por comissão formada pelo presidente do TJDFT, pelo secretário-Geral, Celso Oliveira; pelo assessor de Gestão de Desenvolvimento Organizacional da SEG, Hernane Tavares, e pela chefe de gabinete da Presidência, Adriana Prazeres.
Vencedores
“Conecta audiência", foi a ideia vencedora. Desenvolvida pela equipe do juiz David Pereira, propõe o encaminhamento automatizado de mensagens verificadas por WhatsApp às partes antes das audiências de conciliação. A finalidade é informar de maneira clara e simples, por meio de vídeos explicativos, como essas devem ingressar nas salas de audiência, além dos dados que já são informados regularmente. A ideia já vem sendo posta em prática, mas necessita de automação, com o uso de ferramentas como a Inteligência Artificial (IA). O segundo lugar ficou com a proposta "Audiência tranquila" e o terceiro, com a proposta "Programa de treinamento e abordagem empática e não revitimização para Oficiais de Justiça". 
“Fico muito feliz com todas as ideias apresentadas e espero que sejam implementadas, na busca constante pela melhoria na efetividade de nossos serviços. Esse princípio é parte da Constituição Federal, garantindo que o que for decidido, será cumprido no menor tempo e da melhor forma possível. Temos que tratar todas as pessoas com respeito e com dignidade. Acredito que, implementadas essas ideias, a nossa Justiça será melhor”, declarou ao final o presidente.
Crédito: Rafael Victor e Dimmy Falcão