Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

Programa Maria da Penha vai à Escola do TJDFT repercute na TV Justiça

por SN sob supervisão TT — publicado 19/02/2026

Audiodescrição: coordenadora administrativa substituta da Coordenadoria da Mulher do TJDFT, psicóloga Renata Bevilaqua. A entrevistada tem cabelo preto curto, usa óculos de grau e veste blusa de manga longa preta.A coordenadora administrativa substituta da Coordenadoria da Mulher (CMVD- DF) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), psicóloga Renata Bevilaqua, concedeu entrevista ao programa Justiça Agora da TV Justiça. A matéria, que aborda o papel do programa Maria da Penha vai à Escola na conscientização de crianças e adolescentes sobre violência doméstica, foi ao ar na última sexta-feira, 13/2.

A psicóloga mencionou que o tema é uma pauta fundamental, que deve sempre ser debatida devido ao número de casos de violência que são noticiados. “A escola é um ambiente muito propício para trabalhar essa temática, devemos trazer a importância de construir uma sociedade mais igualitária entre meninos e meninas, com direitos e acessos, para que de fato a gente consiga mudar essa mentalidade que ainda materializa e banaliza situações de violência”, ressaltou.

Criado em 2014, o programa foi idealizado pela CMVD- DF, em parceria com outras 14 instituições, entre elas a Secretaria de Educação do DF, com atuação nas regionais de ensino, a fim de alcançar todo corpo escolar: direção, orientadores, professores e alunos. O projeto conta com oficinas, palestras e rodas de conversa, a partir das necessidades das escolas, de forma articulada, para ampliar o debate em questão.

Na entrevista, a psicóloga destacou ainda os benefícios do programa. “Relatos de sucesso de pessoas que se percebem na situação de violência e conseguem falar sobre isso, pois a escola acaba sendo uma porta de entrada”. Ainda, falou sobre as mudanças que o projeto permite. “Transformações das perspectivas, de entender que meninas podem sim ocupar espaços, que são tidos socialmente como masculinos, como serem cientistas ou médicas”, explica.

A entrevistada citou ainda a premiação de boas práticas das escolas. “Temos uma série de boas práticas que as escolas fazem, são programas e projetos com essa temática. Então, gente vai multiplicando as ideias de como trabalhar isso no ambiente escolar”.

Para mais informações, acesse a página do programa Maria da Penha vai à Escola.